Lendo O Passado, Para Ver O Futuro!, As histórias das Empresas de Videogame
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Nov 10 2005, 02:00 AM
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Nintendo Entertainment System e o N.E.S. 8 Bits
(IMG:http://www.silicium.org/images/catalog/consoles/nintendo/nes/famicom.jpg) :.direita: Julho de 1983 é lançado no Japão , o melhor video-game de todos os tempos A história O Famicom (abreviação de Family Computer), foi a versão japonesa do NES (Nintendo Entertainment System) merece um destaque especial na história dos video-games por se tratar do console que deu nova vida ao mercado de jogos. A Nintendo, depois do imenso sucesso dos seus Game & Watch (criados por Gumpei Yokoi), resolveu entrar de vez no ramo dos jogos eletrônicos. O presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi, chamou Masayuki Uemura e todo o seu time para desenvolver uma nova plataforma que fosse melhor e mais barata que as existentes. Uemura conseguiu fazer isso usando chips bons, modernos e mais baratos. O projeto estava começando no papel em meados de 1982. Em julho de 1983 era lançado o Famicom. O console vendeu muito bem, mas ao contrário do que muitos pensam, o Famicom não foi um grande sucesso na época de seu lançamento por vários fatores. Mas o principal deles, foi devido aos chips baratos: todos os Famicom vendidos apresentaram problemas de funcionamento. Isso obrigou a Nintendo a recolher todos os aparelhos para a troca do chip defeituoso. O presidente da Nintendo precisava de algo para salvar a empresa de uma perda muito grande de dinheiro. Foi quando Shigeru Miyamoto lançou Mario Bros., uma conversão das máquinas de arcades para o Famicom. Como nessas máquinas, Mario estava acompanhado do seu irmão Luigi. Este foi o primeiro jogo a reunir os dois irmãos encanadores, e graça a competência de seu criador, o game se tornou um grande sucesso, salvando a Nintendo. Outros títulos dos arcades foram convertidos para NES - Donkey Kong, Hogan's Alley (utilizado da Zapper Gun), e tantos outros. Com isso, todos que ficavam horas na frente das máquinas de arcade agora teriam tudo isso e muito mais no conforto de suas casas. No final de 1983 e início de 1984, a indústria começou a passar por dificuldades (época do conhecido como Crash de 1984). Yamauchi tentou relançar o Famicom, mas nenhuma loja quis vendê-lo. Enquanto a Nintendo of America remodelava o Famicom e preparava o seu lançamento no mercado americano, Yamauchi lançava no Japão o game Super Mario Bros., o primeiro game de série Super dos encanadores. A partir desse ponto o mundo dos jogos eletrônicos nunca mais seria o mesmo. Os problemas do Famicom haviam sido solucionados, e com o jogo Super Mario Bros. se tornando uma epidemia geral, as lojas começaram a vender o Famicom novamente. Ficou diícil encontrar um Famicom pra comprar, tamanha a demanda. Depois do lançamento do game, restava então à Nintendo lançar o console num pacote com o jogo e mais dois controllers. E foi exatamente o que aconteceu em agosto de 1985. Bom, resolvido esse problema, outras desenvolvedoras de jogos começaram a lançar títulos para o console. Uma grande colaboradora foi a Konami, com sucessos como Contra e Castlevania. Depois, os pertados Final Fantasy, da Square e Dragon Quest, da Enix, fizeram a cabeça dos fans do sistema. Muitas vendas, jogos e o Famicom finalmente difundido no Japão. Próximo passo: mostrar o console para o mundo. Daí era hora da empresa sentar outra vez e preparar o console para o mercado americano, estagnado desde 1983, quando os jogos do Atari 2600 perderam popularidade. Era então um bom mercado. Hora então, de bolar o novo design, nome e estratégia de lançamento. O Famicom foi o grande responsável por japoneses dormirem em frente das lojas na noite que antecedia o lançamento de algum jogo importante (como Dragon Quest e Final Fantasy por exemplo, títulos de muito sucesso no Japão). Só para você ter uma idéia, em alguns anos a Nintendo chegou a faturar mais que a Toyota. O Famicom possui cerca de 1200 títulos de jogos lançados, e perde apenas para o PlayStation, que possui cerca de 1400. Nintendo Entertainment System (IMG:http://megaemu.wz.cz/konzole/nes.jpg) :.direita: Surgi então o grande responsável pela recuperação do mercado de videogames. O que é? O Nintendo Entertainment System é um sistema de video-game doméstico e foi a versão americana do o Family Computer. O NES foi o console que pode ser descrito como o mais bem sucedido da história, com games lançados que seguem a sua trilha até hoje. Lançado 1985, o NES mostrou ao mundo a força de seus jogos e que a Nintendo entrou no mundo dos video-games para ficar. Com a situação no Japão controlada, a Nintendo preparou o lançamento da plataforma na terra das estrelas e listas. O americanos, de longe já tinham uma idéia da existência do Famicom e de seu sucesso no oriente. O sucesso na América parcia garantido. Tudo foi planejado meticulosamente. Em 1984, o console foi exibido aos americanos na C.E.S. (Consumer Eletronic Show), prometendo muitos jogos e tecnologia de ponta. Só que os americanos não gostaram nada do design do console, que realmente parece um brinquedo e não um equipamento. Coisa que os engenheiros da Nintendo resolveram e um ano. Na C.E.S. de 1985, surgia o NES (Nintendo Entertainment System) com o design que todos conhecemos. Agora sim! O NES finalmente era americano. Agora é só convencer os consumidores, coisa que Nintendo já tinha aprendido muito bem com os tropeços do Famicom. A primeira estratégia foi matadora. O cartucho Super Mario bros acompanhado com pacote Control Deck. (IMG:http://perso.wanadoo.fr/toon-collection/IM%20NES%203.jpg) O que foi bom do lado de lá continuou sendo do lado de cá.O NES recebeu suporte de todas as softhouses consagradas do mercado, como Konami, Tecmo, Square, Capcom e tantas outras. Os jogos do console ultrapassaram a marca dos 700 títulos oficiais lançados. As séries que merecem mais destaque, são Mega Man, Final Fantasy, Ninja Gaiden, Castlevania, TMNT, Zelda, Mario, entre outras. Grandes jogos também foram lançados em terras americanas. Dragon Warrior, versão de Dragon Quest foi sucesso absoluto. Final Fantasy e The Legend of Zelda (este último, um mito) também foram febre por lá. Muitos jogos foram lançados. Muitos versões dos jogos japoneses e outros exclusivos nos EUA. Jogos como Punch Out, EXCITEBIKE, entre outros milhares transformaram o NES em febre absoluta no final dos anos 80, e no começo dos anos 90. Era jogo que não acabava mais. Tanto era o sucesso que logo surgiram produtos com os personagens dos jogos do NES, como brinquedos, roupas, revistas especializadas e até... cereal! Coisa de americano. :.direita: Super Mario Bros. 3 (NES) foi lançado em feveireiro de 1990 e deixou Mario no auge e estrelato total. O jogo foi esperado ansiosamente no mundo todo e quando foi finalmente lançado, em pouco tempo se tornou um dos jogos mais populares de todos os tempos. As imagens do jogo só foram mostradas ao público no filme "The Wizard", de 1989, o que deixou o público com ainda mais água na boca. Esbanjando inovação total, Mario aparecia em diferentes fases, com diferentes uniformes e itens, enfim, num jogo que revolucionou o mundo dos video-games e que se tornou o símbolo do NES. Pela primeira vez, Mario era capaz de voar! Super Mario Bros. 3, é até hoje é o 2º jogo mais vendido de todos os tempos, com 18 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo. Para definir Mario como o Rei do mundo, e principalmente das crianças, numa pesquisa realizada nos EUA, foi comprovado que Mario era mais conhecido pelos pequenos do que Mickey Mouse. (IMG:http://ndex.simgames.net/boxart/nes/smb3.jpg) :.direita: Nintendo no papel (IMG:http://www.smackdown.myrmid.com/smackdown/info/products/1.jpg) (IMG:http://www.smackdown.myrmid.com/smackdown/info/products/7.jpg) (IMG:http://www.smackdown.myrmid.com/smackdown/info/products/11.jpg) (IMG:http://www.smackdown.myrmid.com/smackdown/info/products/8.jpg) Com todo esse sucesso, a Nintendo decidiu criar uma maneira de contar todas as novidades e divulgar melhor seus lançamentos para seus consumidores. Foi lançada, em julho de 1988, a primeira edição da Nintendo Power, a revista oficial da Nintendo nos EUA, trazendo Super Mario Bros. 2 como destaque. Com games detonados, notícias e estratégias demonstradas de uma maneira que não se via em outras revistas da época, a NP era o complemento perfeito para o Nintendomaníaco que desejava informações de dentro da indústria, sempre em primeira mão e com qualidade superior. Durante o final dos anos 80, o NES viveu momentos de superioridade extrema nos EUA. O reconhecimento era tal que o nome Nintendo quase virou sinônimo de video game, fato que a empresa evitou a todo custo sob o risco de perder os direitos autorais sobre a própria marca, segundo a lei americana de ''Household Names''. Esse sucesso todo incentivou duas outras empresas. A Sega e a Atari. A Sega lançou em 1987 seu Master System, movido pelo sucesso do concorrente. A Atari fez o mesmo e lançou o Atari 7800. O Master System também tinha CPU de 8 bits e até que apresentava melhores recursos gráficos e sonoros. Mas não tinha jeito. O NES já havia conquistado uma grande legião de fãs, e mesmo inferior tecnologicamente, teve os melhores jogos do mercado, e os mais vendidos também. Cada grande lançamento era ansiosamente esperado, o que deixou os outros bem pra trás. (IMG:http://www.nintendoworld.com.br/imgs/cl_dragonwarrior_pq.jpg) :.direita: Tumulto nas portas das lojas em dias de lançamento. Milhões de dólares faturados num só dia, com cerca de 150 mil consoles vendidos. No auge da geração 8 bits, a Big N especializou-se em quebrar recordes. No Japão, o maior fenômeno foi Dragon Quest (Dragon Warrior nos EUA). A cada nova aventura da série, aumentava o número de gamemaníacos que pulavam da cama de madrugada e iam alongar as filas logo de manhã nas portas das lojas. O primeiro jogo da série Dragon Quest vendeu 1.4 milhões de cartuchos. O segundo, 2.3mi. O terceiro, 3.4mi. O quarto 1.3mi apenas na primeira hora de funcionamento das lojas, totalizando cerca de 3.5mi de cópias só no Japão. Nos EUA, The Legend of Zelda foi o primeiro game a quebrar a barreira de um milhão de unidades vendidas, que aconteceu em 1987. No ano seguinte, um novo recorde: mais dois milhões, do mesmo Zelda, totalizando mais de 3 milhões de cópias vendidas, igualando a marca de Mike Tyson's Punch Out!!. No total, foram 6.5mi de cópias vendidas de The Legend of Zelda. Mas o título de grande campeão do NES - e também de toda a história dos video-games - ficou para Super Mario Bros simplesmente 40 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Inacreditável. :.direita: Super Mario Bros O maior sucesso de todos os tempos Treze de Setembro de 1985. Poucos poderiam prever que naquele sexta feira nasceria, no Japão, o jogo de maior sucesso de todos os tempos. o Famicom como era chanmado o NES japonês, lançado em 1983 já era sucesso e Super Mario Bros fez explodir as vendas do console, a ponto de a fabricante Nintendo não conseguir atender. Shigeru Miyamoto criou o game que mudou história dos videogames para sempre. Super Mario Bros impulsionou a fama do mais famoso personagem de videogame de todos os tempos e deu origem a um estilo de jogo que influencia até os jogos mais atuais, é o game de maior influencia da história do entretenimento eletrônico. No Japão SMB é considerado o melhor jogo de todos os tempos. (IMG:http://www.nouvelempire.net/lasalle/smb.jpg) (IMG:http://nintendoforever.free.fr/Nes/SuperMario1/smb_test/smb_01titre.png) (IMG:http://nintendoforever.free.fr/Nes/SuperMario1/smb_test/smb_22souterrains.png) E a febre continou. Fãs por toda parte, centenas de unidades vendidas, jogos cada vez melhores. Essas foram as armas da Nintendo, inicialmente no Japão, depois na América e Europa. Acessórios cada mais moderno eram lançados todos os meses. :.direita: Principais acessórios (IMG:http://www.retrones.com/Perifericos/Power%20Glove/folleto%20Power%20Glove_small.jpg) Power Glove Feita pela Mattel, é uma "luva-controle" para o console. A luva permitia ao jogador uma pequena sensação de realidade virtual ao mover o braço e os dedos para comandar a ação do jogo. Funcionava bem em Rad Racer e Mike Tyson's Punch Out!!, por exemplo. É um acessório não muito útil, apesar de ser o sonho de consumo de muitas crianças no ano de lançamento, mas sendo o pesadelo dos pais - a bugiganga custava US$100. (IMG:http://warpzonevideogames.com/Merchant2/graphics/nintendo/nintendo_nes/consolesandaccessories/boxed_zapper.jpg) Nintendo Zapper Gun Em 1988, a Nintendo lança a Zapper Gun, para diferenciar o NES de outros consoles. A Zapper Gun foi mais uma das armas da Nintendo para consagrarar o NES como parte de uma nova geração de video-games na época. Ela possibilitou trazer para dentro de casa jogos de tiro, que na época só faziam sucesso nos arcades, como Wild Gunman e Duck Hunt. Muitos outros games foram lançados nessa plataforma, como The Adventures of Bayou Billy ou Operation Wolf. Em 1989, leis federais americanas exigem que armas de brinquedo se pareçam realmente com brinquedos. O resultado não podia ser diferente - a Nintendo refez seu acessório (que era de cor cinza), mudando a cor para laranja (foto). (IMG:http://www.nesretro.com/hardware/FourScore.jpg) NES Four Score Se você pensa que a mania dos jogos multiplayer com até quatro jogadores só começou com a chegada do Nintendo 64, se enganou. O NES recebeu um acessório capaz de oferecer uma jogatina de até quatro jogadores simultanamente! Foi o NES Four Score. Com ele, os jogadores podiam também acionar um sistema de turbo nos botões A e B. Enfim, foi um periférico inovador e divertido, mas poucos jogos usufruiram deste, infelizmente. Super Off Road era o mais conhecido, e permitia a jogatina totalmente simultânea. Os jogos compatíveis com o acessório tinham um selo de 'Four Player Game' estampado na embalagem. :.direita: Em 1990, o console já dominava uma fatia correspondente a 90% do mercado. Hyroshi Yamauchi tornou-se um dos homens mais rico do Japão, depois do mundo. Como nenhum de seus concorrentes representava perigo real para soberania do NES, a Sega lançou em 1990 o Genesis, o console de 16 bits, o dobro do processamento, gráficos mais realistas, som competente e efeitos tridimensonais. Mesmo assim, o NES continuou sendo o líder em vendas até bem 1992, quando passou esse cargo ao Super Nintnedo. Nova criação da empresa japonesa. O que mais impressionou a empresa foi que ele vendeu a imagem do equipamento bem demais. Mesmo depois do lançamento do Super NES, o console original continuou vendendo, com muito fãs nomundo todo. Além do que, novos jogos continuavam saindo, e que o console não iria se aposentar tão cedo. Alguns dos títulos do NES dessa época foram inclusive inspirados nos do Super NES. Apelidado de NES 2, e lançado em 1993, o "Novo" NES foi uma tentativa da Nintendo de trazer o NES de volta ao mercado e dar a chance para que pessoas pudessem ter em casa um bom console num preço bastante acessível. O NES2 custava cerca de US$50,00. (IMG:http://www.emulationgalaxy.co.yu/images/systems/NES_NES_2.jpg) :.direita: Graças ao NES, a antiga fábrica de selos e baralhos criada em 1889 chamada Nintendo, tornou-se a número 1 no setor de jogos e entretenimento nas décadas de 80 e 90. O NES encerrou sua vida útil oficialmente em dezembro de 1994, praticamente 10 anos depois de ser lançado. Nesse mesmo ano, foi lançado seu último jogo original: Wario's Woods. Foi o fim de uma era de sucesso, muito sucesso... O NES era uma daquelas árvores gigantescas que você olha e pensa: essa coisa já estava aqui antes de eu chegar e vai estar aqui décadas depois de eu ir embora. Era o fim da era de uma lenda no mundo dos Video-games. O que representa o NES hoje? O Nintendo Entertainment System deixou seqüelas absurdamente importantes e impressionantes no mundo dos games. Deu novo rumo ao mundo dos jogos, antecedendo outras máquinas como principalmente o SNES. Para você ter uma idéia, foram mais de 62 milhões de consoles vendidos em todo o mundo e 500 milhões de cartuchos. O NES praticamente ressucitou os video-games depois do "Crash de 1984", coisa de enorme importância para a indústria. Além disso, é bom lembrar que os games tiveram uma carreira de enorme sucesso no 8-bit, seguindo seus caminhos até hoje. Um game do NES ostenta o título de mais vendido de todos os tempos: é Super Mario Bros, com 40 milhões de cópias vendidas. O NES ainda conquistou uma outra façanha: The Legend of Zelda foi o primeiro jogo a bater a marca de 1 milhão de cópias vendidas nos Estados Unidos. Os gamemaníacos haviam presenciado um novo jeito de jogar video-game: tinham uma nova máquina em seus lares, curtiam jogos com gráficos impressionantes e uma diversão incansável. Enfim, o NES foi de uma importância tão grande para a indústria dos jogos eletrônicos que é até difícil explicar o seu significado. O console tomou conta de 90% do mercado mundial dos 8-bit. Os outros insignificantes 10%, pertenciam ao Sega Master System e ao Atari 7800. Nos EUA, a detenção do NES era de 70% e no Japão, de 90%. Com isso, foram produzidos milhares de jogos para o console, que até hoje servem de referência em jogabilidade para muitos lançamentos modernos. Esse foi um breve resumo da história deste inesquecível console, que criou todos os padrões de jogos que temos hoje. Especial Dragon Warrior Havia um tempo no qual os jogadores de fantasia e RPG divertiam-se com um jogo não só por sua atração visual, mas pela jornada pela qual eles eram envolvidos. Por andar nos mais diversos ambientes e mundos, encontrar os mais diferentes e poderosos monstros e decobrir cada um dos tesouros escondidos pelo mundo afora. E quem reinou absoluto nessa categoria de games foi Dragon Warrior, o jogo que fez o gênero RPG explodir em popularidade no Japão e nos EUA. Desenvolvido na softhouse Enix por Akira Toriyama (o criador de Dragon Ball), Yuji Horii e o compositor Koichi Sugiyama, a série transformou um gênero complicado, só encontrado em games elitistas como Ultima, num jogo com uma interface fácil e atrativa, concedendo a milhões a graça de entrar no papel de um herói em sua épica viagem por um mundo desconhecido. Trazido à América pela Nintendo em 1989, o esquema de jogo de Dragon Warrior influencia até hoje games como Pokémon e Final Fantasy. (IMG:http://www.planetnintendo.com/nindb/special/fanart/dragonwarrior.gif) Dragon Warrior Console: NES Ano de lançamento: 1989 O primeiro Dragon Warrior teve algumas mudanças em relação ao Dragon Quest original (nome da série no Japão), que o deixaram ainda mais atraente para o povo americano, garantindo o sucesso tanto do jogo quanto do quase inédito gênero RPG. Os gráficos melhoraram, o nome do personagem mudou de Toto para Erdrick e a linguagem era em inglês clássico, dando a sensação do game ser ambientado na Idade Média, o que mexia com a imaginação do jogador. DW é a saga do jovem herói Erdrick para combater o maligno Dragonlord, que está infernizando a vida do Reino de Alefgard: ele roubou a bola de luz sagrada, destruiu a cidade de Hawkness e raptou a Princesa Gwaelin. Com isso, o jogador recebeu o pedido do rei para combatê-lo, já que era o único descendente do clã de guerreiros Erdrick. A simplicidade do jogo não comprometia a diversão de encontrar os mais diferentes monstros, personagens, cidades e magias, tudo sustentado por uma trilha sonora medieval e batalhas intermináveis e emocionantes, elementos de um verdadeiro RPG. Era assustador como você podia ficar jogando horas e horas a fio sem perceber. Cotação: 10,0 Dragon Warrior II Console: NES Ano de lançamento: 1990 Quando a seqüência foi lançada, o mundo já havia sido conquistado pela febre do RPG, e a América já estava pronta para outras séries, como Final Fantasy. Neste game, já é possível encontrar diversos outros personagens para acompanhá-lo em sua saga. A história também já começa a ter um pouco mais de profundidade. Vários anos passaram-se desde que o descendente de Erdrick e a Princesa Gwaelin deixaram a terra de Alefgard. Eles viajaram pelas terras vizinhas e formaram três reinos. Desde então, seus descendentes governaram as terras de Midenhall, Cannock e Moonbroke. Tudo esteve em paz por muitos anos, até que o mago Hargon apareceu. Os exércitos de Hargon atacaram o Castelo de Moonbroke, matando todos, exceto um soldado, que conseguiu escapar. O soldado machucado conseguiu chegar a Midenhall e informou o rei do desastre. Você é o Príncipe de Midenhall, um descendente de Erdrick, que deve procurar seus dois outros primos e visitar todos os continentes vizinhos para de novo salvar o mundo. Dragon Warrior III Console: NES Ano de lançamento: 1991 E a série não parava de trazer inovações e elementos diferentes para o gênero. Aqui foi introduzida a possibilidade de mudar da noite para o dia e vice-versa, algo que é utilizado em RPGs até hoje. Também era possível formar equipes de guerreiros e mudar as classes de personagens, para formar o melhor time possível. Uma fênix estava disponível para voar de um continente para o outro, assim como diferentes barcos. A história: no 16º aniversário do herói, sua mãe o acorda e diz que você verá o Rei de Aliahan. Na audiência, lhe diz que é necessário derrotar o vilão Baramos antes que ele destrua o mundo. E para fazê-lo, é necessário melhorar suas habilidades e juntar uma lista de companheiros para ajudá-lo nessa tarefa. O mundo de Dragon Warrior III é duas vezes maior que o de Dragon Warrior II, portanto é uma grande jornada a ser realizada. Até porque o jogo não acaba depois de Baramos ser derrotado? Cotação: 8,5 Dragon Warrior IV Console: NES Ano de lançamento: 1992 Quando se pensava que a série havia acabado, era lançada a quarta seqüência do mega-sucesso de vendas do Japão nos EUA. Este foi um dos primeiros jogos no qual as pessoas dormiram em frente às lojas japonesas para garantir sua cópia, tal o fanatismo. Infelizmente, foi o último da série lançado nos EUA. Este episódio traz novas mudanças, como a introdução de um novo clã de guerreiros, um cassino e o uso de um carro. Iniciando uma trilogia totalmente nova, Dragon Warrior é a história de um herói que começa sem nome, que resolve impedir que o demônio Estruk ressuscite. Porém, ele é apenas uma criança e diversos monstros estão atrás dele. No decorrer do jogo, o herói vai ficando mais velho e encontrando outros personagens para ajudá-lo durante quatro capítulos do jogo. Só no quinto capítulo você o comanda como adulto, para aí montar um grupo e finalmente acabar com a ameaça de Estruk e o monstro Saro. Cotação: 7,5 Especial Ninja Gaiden É difícil encontrar na história dos consoles da Nintendo uma série tão bem-sucedida quanto Ninja Gaiden. Produzida pela softhouse Tecmo, ela foi um fenômeno entre os gamers e uma das mais cultuadas de sua época. Contando uma emocionante história policial protagonizada pelo ninja Ryu Hayabusa, o jogo continha inimigos por todo o lugar, chefes que quase não cabiam na tela, trilha sonora empolgante e ação frenética ao longo de todas as suas fases. Ou seja, tudo o que se espera de um grande game de ação. E o melhor estava justamente no final desses estágios, quando cenas de cinema invadiam a tela e contavam mais detalhes da trama, que se revelava cada vez mais intrigante e interessante. E esse clima de novela de ação fez tamanho sucesso, que as pessoas chegavam ao **mulo de ligar para a Power Line (serviço de dicas por telefone da Nintendo), perguntando o que aconteceria nos capítulos seguintes, porque não conseguiam passar de fase e não agüentavam de curiosidade. Uma pena que poucos jogos até hoje conseguiram superar esse feito. (IMG:http://www.emucamp.com/CBT/projetos/ninjatri/logo_-_ninjatri.gif) Ninja Gaiden Console: NES Ano de Lançamento: 1989 Clássico absoluto dos games, Ninja Gaiden foi o primeiro que mostrou que um jogo podia ter uma trama realmente interessante e complexa além dos elementos que já se conhecia na época, como gráficos, jogabilidade etc. Além disso, nenhum outro jogo antigamente tinha cenas que simulava atos de um filme, então se você gosta das animações computadorizadas que recheiam os jogos de diversos consoles atualmente, agradeça a Tecmo. No começo do jogo, o pai de Ryu aparece lutando com outro ninja e é derrotado, sendo aparentemente morto. Enquanto isso, no Japão, Ryu recebe uma carta de seu pai revelando o seu paradeiro, que até então era desconhecido. A carta explica que seria muito possível que ele não voltasse mais para casa e que, se isso realmente acontecesse, ele deveria pegar a "espada dragão" de sua família e rumar para os EUA para visitar um amigo de seu pai, Walter Smith. Ao ler a carta, Ryu sente que algo está errado e ruma para localizá-lo. Ao chegar nos EUA, ele vai pouco a pouco descobrindo detalhes sinistros em relação ao desaparecimento do seu pai, como o envolvimento da CIA, mistérios sobre mutações e até a existência de demônios orientais. Cotação: 8,0 Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos Console: NES Ano de Lançamento: 1990 A continuação de Ninja Gaiden cumpriu um desafio difícil, mas que outras séries, como Mega Man e Contra também fizeram: ser superior em todos os aspectos em relação ao jogo original. Ele foi talvez um dos jogos mais aguardados de sua época, gerando furor nos gamers ao mostrar apenas dois segundos do jogo em seu comercial de TV antes do lançamento. Desta vez, os gráficos estavam bem mais detalhados, a jogabilidade mais apurada (com novos Power-Ups e manobras inteligentes) e claro, novos e emocionantes capítulos da saga dos Hayabusa foram apresentados. A abertura de Ninja Gaiden II é magistral: ruídos e imagens de trovões cercam a tela enquanto a figura de um demônio de capa virado de costas vai aparecendo lentamente da direita para esquerda, só com o movimento da câmera. Focalizando a sua face, ele usa uma máscara branca, suja com o que parecem ser lágrimas de sangue. Ele é Ashtar, o verdadeiro mestre de Jaquio (o demônio final de Ninja Gaiden). Irritado por Ryu ter acabado com seus planos a longo prazo (que eram chefiados por Jaquio), ele ordena seus ninjas que o capturem. Assim, uma nova aventura começa para Ryu, que terá que desvendar mais um novo mistério e descobrir quais eram (e continuam sendo) os verdadeiros planos da clã de Ashtar. Cotação: 10,0 Ninja Gaiden III: The Ancient Ship of Doom Console: NES Ano de Lançamento: 1991 A terceira sequência foi bastante frustante para os fãs, o que talvez explique o desaparecimento da série tanto no NES quando nos demais consoles. O jogo continha várias tecnologias novas da época, como os diversos planos em 2-D, novos comandos e armas especiais, mas nada disso transformou o jogo em algo similar a suas sequências anteriores, principalmente por seu roteiro lotado de buracos. Mas isso não significa que Ninja Gaiden III é um jogo ruim, muito pelo contrário. A trama, apesas de um roteiro lotado de buracos, conseguiu se safar. O design das fases mudaram bastante, as deixando com um visual um tanto "hi-tech", o que ficou até bacana. Os gráficos estavam muito mais bonitos e com texturas caprichadas em todas as fases; até o lenço de Ryu movimenta-se durante o jogo. A jogabilidade foi bem afinada, e a trilha sonora então, mais excitante. Novas Power-Ups também foram lançadas. NG3 não foi um jogo ruim (pelo contrário). Porém frustou um pouco os fãs (não à mim) por algum motivo que ninguém sabe ao certo. Especial Metroid Quando foi lançado pela primeira vez, para o Nintendo 8 bit, Metroid abriu um novo mundo para os videogames. Enquanto a maioria dos jogos de ação eram unidimensionais, muito simplistas e não tinham objetivos bem definidos, Metroid trouxe todo um universo a ser explorado, no qual dependia totalmente do jogador encontrar novos acessórios, armas diferentes e caminhos secretos para a jornada continuar. Com isso, o game arrematou notas máximas em praticamente todas as revistas especializadas na época. (IMG:http://www.1980-games.com/jeux-anciens/nintendo/m/Metroid/logo.gif) Metroid Console: NES Ano de lançamento: 1986 O Metroid original pegou elementos de outros jogos do gênero e os levou a lugares nunca antes explorados, tornando-se uma aventura épica sem precedentes. Com suas passagens secretas, itens escondidos, áreas gigantescas para se explorar e uma atmosfera sinistra (com boa ajuda da trilha sonora), o game dava aquela sensação arrepiante de nunca se saber o que esperar na tela seguinte. O jogo já pode ser considerado surpreendente a partir das características de seu protagonista ? uma mulher (o que só é revelado no final do jogo, chocando os jogadores da época) e mercenária ? que trabalha para as forças da galáxia defendendo a paz e a ordem. Trajada com uma armadura que a transforma numa espécie de ciborgue, Samus Aran encontra os mais diferentes itens e armas em sua jornada, que permitem incrementar suas habilidades e executar pulos mais altos, encontrar passagens secretas e atravessar barreiras. A trama do primeiro episódio é simples: destruir Mother Brain e seus comparsas, seres mal-intencionados que estudam utilizar o incrível poder de seres chamados Metroids para conquistar a galáxia. Mas o principal desse jogo é a apresentação de um conceito novo de game, em que o personagem vai conquistando pouco a pouco novas habilidades e o direito de entrar em novas áreas do Planeta Zebes. Isso sem falar dos inimigos, que mais parecem ter saído direto de filmes "sci-fi". Por tudo isso, é justo afirmar: Metroid foi o primeiro grande jogo de ficção científica para consoles de video game. Cotação: 9,0 Especial Contra A série que redefiniu os games de ação e tiroteio Os anos 80 foram o auge dos filmes de ação podreira. Toda a garotada adorava os filmes de Stallone e Schwarzenegger, onde a premissa básica era destruir tudo o que se via na frente, usando todas as armas possíveis. E é justamente por isso que ninguém se espantava quando as pessoas diziam que, ao jogar um jogo da série Contra, elas se sentiam como se estivessem comandando um desses brutamontes (ou até os dois ao mesmo tempo, no modo para dois jogadores) em suas televisões. Contra tinha efeitos visuais impressionantes, um poderoso exército alienígena e fazia melhor o que games como Commando e Ikari Warriors já haviam tentado anteriormente. Contendo ação incessante em fases de plataforma e outras formas de visão, chefes de fase descomunais, fortalezas superequipadas, toneladas de soldados inimigos, você sentia toda a emoção de lutar sozinho (ou com um amigo) contra um milhão. (IMG:http://www.1980-games.com/jeux-anciens/nintendo/c/Contra/logo.gif) Contra Console: NES Ano de lançamento: 1988 Lançado em 1988, a Konami usou toda sua experiência de fazer games clássicos de ação (como Gradius) e criou um game como nenhum outro. A diferença é que, ao invés de batalhar frotas interestelares com uma nave, você comanda um soldado contra um exército de aliens controlado por um ser superior chamado Mother Brain. Mas as comparações com outros games da Konami não param aí. É fácil reconhecer monstros que também aparecem na série Gradius, cenários "orgânicos" e, é claro, a presença do código tradicional da empresa. Se você não conhece ainda, é legal aprender: Na música de introdução, pressione: cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A, Start. Com isso, você terá trinta vidas para cada um dos três Continues do jogo, o que torna a destruição de qualquer exército uma moleza só. Cotação: 8,0 Super C Console: NES Ano de Lançamento: 1990 Super C é outro jogo que superou o original: ele tinha gráficos muito mais detalhados, armas melhores, inimigos e fases muito maiores que o primeiro Contra. Mas como isso não é o bastante para se fazer um grande jogo, a Konami não decepcionou ao trazer ação envolvente do começo ao fim. O único porém é a dificuldade, que não é lá essas coisas – o game é um pouco mais fácil que o episódio anterior. Por fim, uma curiosidade: a Konami mudou o título de Super Contra para Super C para que as pessoas não relacionassem o jogo com o escândalo Irã-Contra do governo Reagan. Cotação: 9,0 Especial Batlletoads Primeiro grande sucesso desenvolvido pela hoje consagrada Rareware, Battletoads misturava muita pancadaria com humor, ação variada nos mais diferentes tipos de cenários, uma história bizarra e personagens, no mínimo, "diferentes": um trio de sapos bombados e folgados que adoram pancadaria. Contendo um bom nível de desafio, gráficos inovadores e grande diversão para dois jogadores, o game foi unanimidade quando lançado para Nintendinho, há dez anos. Comprove: com certeza o desejo de rever o sorriso cínico desses batráquios em versão 3D habita até hoje a mente dos gamemaníacos mais veteranos. Batlletoads Console: NES Ano de lançamento: 1991 Quando a Rainha Negra raptar seu melhor amigo e a garota mais linda deste lado da Galáxia Estelar de Mazallion, o que você fará? Chorar? Esconder-se? Chamar a polícia espacial? Nem a pau! Porque neste jogo você é um Battletoad, e Battletoads não choram, não se escondem nem pedem ajuda. Battletoads ficam muito irados e querem mostrar quem manda no pedaço! Neste game da fase áurea do Nintendo 8 bits, os maiores destaques eram os gráficos recheados de efeitos de próxima geração e os desafios, cabeludos e cada vez mais criativos. Clássico! Cotação: 8,0 Battletoads & Double Dragon: The Ultimate Team Consoles: Game Boy e NES Ano de lançamento: 1993 A "equipe definitiva" também ganhou suas adaptações para os consoles de 8 bit da Nintendo. Aqui, Zitz, Rash e Pimple juntam-se a Billy e Jimmy Lee para combater a ameaça da nave Colossus, que está pousada na lua e ameaçando nosso planeta com um canhão. Corajosamente, o grupo parte para lá para impedir que algo aconteça a nós, pobres terráqueos. Os gráficos logicamente são bem inferiores à versão do Super NES, mas a jogabilidade é acima da média, e na versão para NES ainda é possível jogar em duas pessoas ao mesmo tempo. Afora esse detalhe, ambos os games são praticamente idênticos. Cotação: 6,5 Fonte: NES e NintendoWorld Este post foi editado por M_ichi-Doraemon: Nov 12 2005, 11:30 PM |
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| M_ichi-Doraemon |
Nov 12 2005, 04:56 AM
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#31
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O lendário herói goiano diz: Tenham confiança pq Registrado: 21-August 05 De: From G.I.G.A. Corp, Goiânia Membro nº: 225 |
E pensar que eu ví um SEGA Mark III no ato do lançamento. Apenas uma pessoa em Goiânia tinha o videogame, já que o preço dele era exorbitante aqui no país.
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| M_ichi-Doraemon |
Nov 12 2005, 06:18 AM
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#32
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O lendário herói goiano diz: Tenham confiança pq Registrado: 21-August 05 De: From G.I.G.A. Corp, Goiânia Membro nº: 225 |
PC Engine - O pequeno samurai da NEC
O PC Engine foi um video game lançado pela NEC, uma companhia japonesa em 1987. NEC Corporation (Nippon Denki Kabushiki Gaisha / Nippon Eletric Company) QUOTE Founded Tokyo, Japan (1899) Location Tokyo, Japan Key people Hajime Sasaki, Chairman of the Board; Akinobu Kanasugi, President Industry Electronics Products IT Solutions, Network Solutions, Electron Devices Revenue 4,855 billion Yen (Fiscal year ended March 31, 2005) Employees 148,540 (Consolidated, as of September 30, 2005) Website NEC Global Gateway Informações geradas do site WIKIPEDIA O PCEngine foi um efeito colaboratívo entre a Hudson Soft, uma grande empresa de softwares (que mantem uma divisão de criação de chips), e a NEC. Num clássico exemplo de excelente timing, a Hudson estava procurando por um apoio financeiro para um console que havia criado e a NEC estava tentando entrar no lucratívo mercado de games. O PCEngine foi e é um console extremamente compacto, graças a sua arquitetura de três eficientes chips e ao uso dos HU-CARDS, cartuchos com o tamanho similar ao de cartões de crédito. Ele utiliza um processador MOS Technology 65C02, e um processador gráfico de 16 bits modificado, assim como um chip encodificador de video, tudo criado pela Hudson. O PCEngine foi extremamente popular no Japão, superando as vendas do Nintendo Famicom logo após o seu lançamento, com nada menos que 12 sistemas lançados de 1987 a 1993 e novos jogos recentemente lançados em 1999. Ele era capaz de rodar jogos em várias resoluções com 512 cores na tela, e tinha uma robusta habilidade de manuseio de sprites. O sistema de cores criado pela Hudson criava um sinal de video mais vibrante e colorido do que o Famicom e o Megadrive e era grandemente comparado ao SNES (Super Famicom), o seu último rival em sua curta vida. Ele foi o 1º console a ter um modulo opcional de CD-ROM, permitindo os seguntes benefícios: Maior armazenamento de dados; Menores custos de midia; E o fator áudio (ouvir seus cds de música no aparelho, e maior e melhor qualidade de som nos jogos, marca registrada dos 'CD-ROM²' e 'SCD-ROM²') As capacidades adicionais do CD-ROM, deram ao PCEngine, um novo leque de possibilidades de software, com uma miríade de jogos em HU-CARDS e CD-ROM. Aqui tem uma galeria de fotos mostrando alguns jogos QUOTE Especificações Técnicas: CPU: 8-bit HuC6280A, a modified 65C02 running at 3.58 or 7.16 MHz (switchable by software). Features integrated bankswitching hardware (driving a 21-bit external address bus from a 6502-compatible 16-bit address bus), an integrated general-purpose I/O port, a timer, block transfer instructions, and dedicated move instructions for communicating with the HuC6270A VDC. GPU: A dual graphics processor setup. One 16-bit HuC6260 Video Color Encoder (VCE), and one 16-bit HuC6270A Video Display Controller (VDC). The HuC6270A featured Port-based I/O similar to the TMS99xx VDP family. Resolution: X (Horizontal) Resolution: variable, maximum of 512 (programmable in increments of 8 pixels) Y (Vertical) Resolution: variable, maximum of 240 (programmable in increments of 8 pixels) The vast majority of PC-Engine games use 256×224, though some games, such as Sherlock Holmes Consulting Detective did use 512×224. Chris Covell's 'High-Resolution Slideshow' uses 512×240. Color: Depth: 9 bit Colors available: 512 Colors onscreen: Maximum of 481 (241 background, 240 sprite) Palettes: Maximum of 32 (16 for background tiles, 16 for sprites) Colors per palette: Maximum of 16 Sprites: Simultaneously displayable: 64 Sizes: 16×16, 16×32, 32×16, 32×32, 32×64 Palette: Each sprite can use up to 15 unique colors (one color must be reserved as transparent) via one of the 16 available sprite palettes. Layers: The HuC6270A VDC is capable of displaying one sprite layer. Sprites could be placed either in front of or behind background tiles. Colision detection: The HuC6270A VDC can detect if there has been a colision between sprite #0 and any other sprites. Tiles: Size: 8×8 Palette: Each background tile can use up to 16 unique colors via one of the 16 available background palettes. The first color entry of each background palette must be the same across all background palettes. Layers: The HuC6270A VDC was capable of displaying one background layer. Memory: Work RAM: 8KB Video RAM: 64KB Audio capacity: 6 PSG audio channels, programmable through the HuC6280 CPU. The addition of the CD-ROM peripheral adds CD-DA sound, and a single ADPCM channel to the existing sound capabilities of the PC-Engine. Game Media: HuCard (TurboChip in North America): A thin, card-like game media. The largest Japanese HuCard games were up to 20Mbit in size. CD: The PC-Engine was the first home video game console to offer a CD-ROM accessory. With only one exception, the SuperGrafx, all PC Engine hardware could play the entire HuCard library, and every CD system could play all the CD games - with the right system card. Variações de Hardware: PCEngine (1987) Branco, com saída de RF PCEngine Shuttle Formato copiado (?!?) de um OVINI (ou UFO, como eles falam), não havia conexão para unidade de CD, e contava apenas com a saída de RF. PCEngine SUPERGRAFX O único modelo do PCE que tinha a unidade de cartão com 'poderes' a mais. Lançado apenas com 5 jogos que realmente exploravam a capacidade gráfica do aparelho. (Apenas dois dos jogos usavam a capacidade expandida de video: Darius Plus e Darius Alpha, que rodavam nas outras unidades, mas sem o gráfico 'acelerado') PCEngine COREGRAFX Cor grafite, com detalhes em azul. Saída AV (ah se eu soubesse disso!!!! :burro: ) PCEngine COREGRAFX II Cor grafite mais claro que o 1º, com detalhes em laranja. Saída AV... Acessórios - CDROM PCEngine CD-ROM² Preparado para o primeiro PCEngine (esse eu posso dizer com orgulho que eu tive!) PCEngine SCD² ...Pra dizer a verdade, ele é igualzinho ao CD-ROM do 1º PCEngine. Apenas é preparado pra ser usado no COREGRAFX e COREGRAFX II Portáteis PCengine GT (Eita propaganda massa!) PCEngine portátil! Uma pequena maravilha cobiçada e CARA DEMAIS!!! É o único portátil que, se vc conseguir o TV tunner dele, aceita TODOS OS PADRÕES IMPORTANTES DE COR (Pal-M/NTSC/PAL e SECAM) sem pestanejar. PCEngine LT (essa foto é um deboche... Ver o bicho conectado num CD-ROM² assusta...) Sistema semi-portátil (não tem entrada para baterias), similar em tamanho a um PCEngine normal, porém com uma tela 'flip-top' grande, como um laptop. DUO PCEngine DUO Combinação de PCEngine + CD-ROM². Tem saída pra fone de ouvido. Cor grafite escuro. PCEngine DUO-R Mesma coisa que o DUO, só que uma versão mais 'pobre', sem entrada de fone de ouvido (blergh) e branco (blergh blergh!) PCEngine DUO-RX Mesma coisa que os outros dois (sem saída de fone de ouvido...Ainda!), branco meio azulado (sabe quando vc lava a roupa e passa aqueles amacientes vagabundos que azulam um pouco o branco? É isso aí!), SÓ QUE... Ele já vinha com o controle de 6 botões... :nice: QUOTE CD-ROM²/SCD² Hardware: Drive unit: - Single-speed CD-ROM drive, managed by a NEC microcontroller and using the SCSI-I interface. Interface tray: - ADPCM chip with variable speed input clock, and 64K DRAM for audio sample storage. Only one channel of 4-bit audio was supported. - 64K DRAM for storage of program code and data loaded off the CD-ROM. The RAM could be supplemented by using different System Cards, and some later systems had additional RAM built-in. A library of support routines and start-up code (BIOS) was provided in several forms, either built in to a particular console or as standalone 'System Cards'. The known revisions are: v1.00 - First release (HuCard, came with the PC-Engine CD-ROM interface unit) v2.00 - Upgrade (HuCard, sold separately) v2.10 - Upgrade (HuCard, sold separately) - bug fix? v3.00 - Final release (built into several products and available as a HuCard - see below) The corresponding CD-ROM products were: PC-Engine Interface Unit (IFU-30), came with System Card (CD-ROM² System, v1.00) (has 64K RAM) System Card (CD-ROM² System, v1.00) (standalone, available as a replacement for the above) System Card (CD-ROM² System, v2.00) System Card (CD-ROM² System, v2.10) Super System Card (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has additional 192K RAM) Arcade Card Pro (Arcade CD-ROM², v3.00) (Has additional 192K RAM and 2048K RAM) Arcade Card Duo (Arcade CD-ROM², v3.00) (Has additional 2048K RAM) Super CD-ROM² System (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM) PC-Engine Duo (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM) PC-Engine Duo R (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM) PC-Engine Duo RX (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM) RAU-30 (Extension cable for the SuperGrafx to fit into the IFU-30 tray) The PC-Engine Interface Unit has 64K RAM and a v1.00 System Card. Later the v2.00 and v2.10 System Cards were released, with no additional hardware (only software changes). It will play CD-ROM² games directly, and needs the Super System Card or Arcade Card Pro for Super CD-ROM² or Arcade CD-ROM² games. The Super System Card adds 192K RAM for a total of 256K available. The Super CD-ROM² System and PC-Engine Duo/R/RX consoles have the entire 256K built-in along with v3.00 of the System Card software, and can play both CD-ROM² and Super CD-ROM² games without using any additional cards. The Arcade Card Pro is for the original PC-Engine Interface Unit, adding the 192K RAM required by Super CD-ROM² games and the 2048K RAM and additional support hardware used by Arcade CD-ROM² games. The Arcade Card Duo is for the Super CD-ROM² System and PC-Engine Duo/R/RX consoles, which adds the 2048K RAM and additional support hardware. Because these systems have 256K of RAM built-in, this does not need to be provided and is why the Arcade Card duo was less expensive than the Pro version. Note: Because the aforementioned consoles use the same BIOS revision as the Arcade Card Pro, it isn't known (as a cost-saving measure) if the Arcade Card Duo includes the BIOS software itself, or if the existing built-in BIOS is used. The various CD-ROM game types are: CD-ROM² (pronounced CD-ROM-ROM) : Standard CD-ROM game. Super CD-ROM² : Requires a compatible system or upgrade card. Arcade CD-ROM² : Requires an upgrade card. While the Super CD-ROM² games only had additional RAM for storage, the Arcade CD-ROM² cards added a number of additional ways the RAM could be accessed (sequential, non-sequential) by the CPU. For earlier systems, the conventional 64K or 256K RAM was split into 8K banks and mostly used for program storage, transferring it to the 64K of video RAM available was unwieldy. The Arcade Card upgrade solved this problem by having it's extra 2048K RAM made indirectly accessible, to easily map to the PC-Engine CPU's instructions to rapidly copy data from the Arcade Card to the video RAM. The entire RAM could be then accessed as a linear stream of data instead of broken up into segments. This was primarily used to store and stream large sprites to video RAM; as evidenced by many conversions of the well-animated Neo Geo fighting games to the Arcade CD-ROM² format. Of course for other games, it provided many more frames of animation, reduced load times, and the general convenience of additional storage. Note that this RAM cannot be used for program execution due to the way it is made accessible to the CPU. One technique that was used by games pre-dating the Arcade Card upgrade was to store graphics data in the 64K audio RAM (used for ADPCM samples) that was present. This RAM could be directly populated by the CD-ROM hardware (it had a direct DMA channel from the CD controller) without CPU intervention, and the memory could be accessed in an indirect format similar to the Arcade Card, allowing data stored in it to appear as a 64K stream of linear data that could be easily transferred to video RAM. Fonte: Wikipedia :ok: |
Nov 12 2005, 03:08 PM
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#33
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QUOTE(Lifengelini @ Nov 12 2005, 01:34 AM) QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Nov 11 2005, 03:25 PM) Que emoção!!! EU SOU DESSA EPOCA!! Que FELICIDADE!!! Com MUITO ORGULHO!!! Eu tive o cartucho Super Mario3 que roubei numa locadora :rs: :martelo: :rs: :martelo: Isso que era EPOCA DE OURO DOS GAMES!! não tinha graficos 3d com tecnologia parafuseta mais rapido que o olho humano, tinha o principal de um video game DIVERSÃO!! Tive 2 nintendinho, pena que quebraram :choro: :choro: de tanto eu jogar :rs: Mas realmente não se compara com a de hoje. :ok: Otimo Topico!!! VIDA LONGA A Nintendo!! Eu tb vivi essa época maravilhosa. VIDA LONGA À NINTENDO!!! Merece até um brinde :tin-tin: :tin-tin: :tin-tin: :tin-tin: Flw!!!! Obrigado, pra mim a geração 8 bits foi a melhor. :luigi: |
Nov 12 2005, 03:15 PM
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#34
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O PCEngine foi extremamente popular no Japão, superando as vendas do Nintendo Famicom logo após o seu lançamento.
Tudo bem que quando foi lançado, ele tava vendendo mais que o NES, mais no total ele nem foi sombra pro NES. |
| Darker |
Nov 12 2005, 03:21 PM
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#35
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Quase irresistível Registrado: 22-August 05 De: Rio de Janeiro Membro nº: 321 |
Tanto a geração de 8 bits foi a melhor que até hoje existem continuação de jogos da mesma.... Leia-se Final Fantasy, Metal Gear, Castlevania, Megaman...
Ah e eu vivi esta época muito bem... |
Nov 12 2005, 03:35 PM
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#36
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Para você ter uma ideia, eles falam que na Europa o Master foi o líder, porque ele vendeu pouco então?
Simples o mercado americano é o maior do mundo, mesmo a Europa sendo um continente não se comparava o mercado dos EUA, a Nintendo primeiro preocupo em fazer seu reinado na terra das estrelas, sendo assim foram vendidos 30 milhões de console Nintendo 8 bits só no EUA, e o Master System mudialmente chega aos 13 milhões de console vendidos. |
Nov 12 2005, 03:48 PM
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#37
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Po cara, me lembro como se fosse ontem... eu ja tinha o SNES, mas demorou um bocado pra mim abandonar o meu Phantom System... isso so aconteceu porque a locadora que tinha perto de casa vendeu quase todos os jogos de NES, ai nao teve jeito... mas em 1996 eu descolei com um amigo um Top Game com alguns jogos... tenho ele ate hoje, apesar de nao funcionar mais... parabens pelo otimo topico! :ok:
NESBEATZ: inimigo n°1 do Rejin :martelo: |
Nov 12 2005, 04:07 PM
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#38
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Foi com ele que surgiram classicos que jogamos até hoje.
Zelda, Metal Gear, Mario, Final Fantasy. Esse sim era "O video game". |
Nov 12 2005, 04:19 PM
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#39
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Nov 12 2005, 04:26 PM
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#40
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Vocês podiam contribuir com mais especiais de games do NES. Eu vou fazer especial da SNK no NES.
Abraços!!!!! |
| HELLDER |
Nov 12 2005, 04:32 PM
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#41
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KD meu Yamazaki?O_o Registrado: 21-August 05 De: Goiânia Goyaz(Como antigamente^_^) Membro nº: 66 |
Essa foi a epoca de ouro dos videogames.Na epoca eu era fa da Sega e inimgo da Nintendo.Hj curtos as duas^^
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Nov 12 2005, 05:20 PM
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#42
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Registrado: -- Membro nº: 0 Alerta: (0%)
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belo tópico, eh uma informação + interssante q a outra, dá até vontade de chorar qdo olhamos esse mario antigo e depois o mario sunshine (o mais recente q eu conheço :afff: ) :martelo:
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| samurai2020 |
Nov 12 2005, 06:23 PM
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#43
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A honra de um samurai é mais importante que sua própria vida... Registrado: 22-August 05 Membro nº: 273 |
É realmente, eu fico até emocionado de ver o formato antigão daquelas revistas (Nintendo World)...
Não cheguei a ter um NES, mas mas o meu SNES foi lenda... Realmente o que matou o MegaDrive foi a ausência de RPGs... O SNES chegou a ostentar o título de Videogame mais inteligente dado a quantidade absurda de games nesse gênero e diga-se de passagem o que enterrou o N64 é justamente essa mesma prerrogativa, o N64 não tem bons RPGs e nem bons jogos de luta, que são o que movimenta de fato o mercado... Sempre fui folgado durante a geração 16bits, eu era um dos poucos agraciados que tinha um Mega Drive e SNES, além de ter um Master System, só o NES mesmo que não encostei minhas garras, em compensação na época que emulação era um negócio ainda inexistente, eu passava horas e horas no meu emulador de NES, o famoso NESticle, eu usava Win95 nessa época ainda... |
| p0ng |
Nov 12 2005, 06:45 PM
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#44
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streets five Registrado: 11-October 05 Membro nº: 2.955 |
eu lembro q tinha um atari. depois de um tempo ganhei um Hi Top Game (q rodava jogos do nintendo). todos os dias eu ia na locadora e pegava fitas. tinha umas promocoes do tipo "alugue 2 e leve + 1 gratis" ou "leve na sexta e devolva na segunda".
os jogos de hoje, alguns deles, vc termina e n tem aquela vontade de jogar novamente. ja os jogos do nintendo, dava mais vontade de jogar. n sei explicar oq acontecia comigo. se deixasse, eu jogava um unico jogo durante uma semana inteira hehehe sem contar a tonelada de revistas q eu comprava (ação "fake" games, videogame, super game power...) e tem gente q n entende a paixao pelos jogos "feios" do nintendo 8 bits :risos: |
Nov 12 2005, 10:43 PM
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#45
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Registrado: -- Membro nº: 0 Alerta: (0%)
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QUOTE(samurai2020 @ Nov 12 2005, 06:23 PM) É realmente, eu fico até emocionado de ver o formato antigão daquelas revistas (Nintendo World)... Não cheguei a ter um NES, mas mas o meu SNES foi lenda... Realmente o que matou o MegaDrive foi a ausência de RPGs... O SNES chegou a ostentar o título de Videogame mais inteligente dado a quantidade absurda de games nesse gênero e diga-se de passagem o que enterrou o N64 é justamente essa mesma prerrogativa, o N64 não tem bons RPGs e nem bons jogos de luta, que são o que movimenta de fato o mercado... Sempre fui folgado durante a geração 16bits, eu era um dos poucos agraciados que tinha um Mega Drive e SNES, além de ter um Master System, só o NES mesmo que não encostei minhas garras, em compensação na época que emulação era um negócio ainda inexistente, eu passava horas e horas no meu emulador de NES, o famoso NESticle, eu usava Win95 nessa época ainda... Realmente isso é verdade, o Mega Drive no Japão por falta de rpg perdeu tanto pro Nintendo 8 bits e Super Nintendo, mas rpg ainda são mais popular no Japão que no EUA. |
| SkywalkerXX |
Nov 12 2005, 11:07 PM
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#46
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F@!#U Guile em HD!!! Sonic Boom neles!!& Registrado: 21-August 05 De: algum lugar Membro nº: 40 |
Mt bom a descrição da geração Nes, mas faltou um foto ou falar sobre o Phantom q é um nes modificado e gradientado(da gradiente) :D
outra coisa deveria abrir um tópico com jogos de mega,snes,nes,master,game gear e game boy com desafios de zerar em uma semana,se desse até fazia um rank dos melhores da neo, ou postar jogos poucos conhecidos para os consoles e q vcs gostam mt e postar a screen desse jogo. Vlwss |
| M_ichi-Doraemon |
Nov 12 2005, 11:21 PM
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#47
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O lendário herói goiano diz: Tenham confiança pq Registrado: 21-August 05 De: From G.I.G.A. Corp, Goiânia Membro nº: 225 |
Por opinião do grupo de moderadores, esse será o tópico base aglomerando as histórias das empresas de videogames e de seus respectívos consoles.
Regras para se postar: Primeiro, façam uma pesquisa ABRANGENTE sobre o assunto em questão. Não iremos aceitar posts com pessoas dizendo 'Mas eu prefiro o videogame XXXXXX' ou 'Por que falar de uma empresa que todos acham um lixo'... Esse estílo de post apenas faz com que as pessoas que tiveram o imenso trabalho de pesquisar para vcs saberem mais sobre a origem (ascenção e queda), fiquem completamente desanimadas com isso. Por favor, não pensem que estamos cortando a individualidade de cada um, mas o caso é que... A sua individualidade pode ferir os sentimentos de quem passou noites e dias pesquisando sobre o assunto para mostrar um excelente trabalho para vcs. Segundo: Por favor, lembrem-se de POSTAR links de onde vcs pesquisaram. Não importa a lingua (Japonês/Coreano/Hindú/Árabe), isso serve pra aprimorar mais e mais o seu trabalho. (será que conseguiremos pelo menos ficar lado a lado com o 'RETROSPACE', criado pelo site OUTERSPACE??? :rock: ... Afinal, não custa sonhar... :afff: ) Então vou começar mesclando os 3 primeiros tópicos criados aqui. :ok: |
Nov 13 2005, 12:14 AM
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#48
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QUOTE(M_ichi-Doraemon @ Nov 12 2005, 11:21 PM) Por opinião do grupo de moderadores, esse será o tópico base aglomerando as histórias das empresas de videogames e de seus respectívos consoles. Regras para se postar: Primeiro, façam uma pesquisa ABRANGENTE sobre o assunto em questão. Não iremos aceitar posts com pessoas dizendo 'Mas eu prefiro o videogame XXXXXX' ou 'Por que falar de uma empresa que todos acham um lixo'... Esse estílo de post apenas faz com que as pessoas que tiveram o imenso trabalho de pesquisar para vcs saberem mais sobre a origem (ascenção e queda), fiquem completamente desanimadas com isso. Por favor, não pensem que estamos cortando a individualidade de cada um, mas o caso é que... A sua individualidade pode ferir os sentimentos de quem passou noites e dias pesquisando sobre o assunto para mostrar um excelente trabalho para vcs. Segundo: Por favor, lembrem-se de POSTAR links de onde vcs pesquisaram. Não importa a lingua (Japonês/Coreano/Hindú/Árabe), isso serve pra aprimorar mais e mais o seu trabalho. (será que conseguiremos pelo menos ficar lado a lado com o 'RETROSPACE', criado pelo site OUTERSPACE??? :rock: ... Afinal, não custa sonhar... :afff: ) Então vou começar mesclando os 3 primeiros tópicos criados aqui. :ok: Otima ideía, vamos melhorar ainda mais isso, bem que o cara fan da Sega podia fazer a historia do SMS mais completa só sobre ele como eu fiz do NES, eu conheçou um site americano que tem uma historia bem profunda do SMS, e eu tambem vou fazer mais especiais do NES e seu jogos, e tambem podiam colocar a história dos outros sistemas. Abraços!!! |
Dec 1 2005, 11:08 AM
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#49
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QUOTE(Azazel9999 @ Nov 12 2005, 01:29 AM) QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Nov 11 2005, 03:25 PM) Que emoção!!! EU SOU DESSA EPOCA!! Que FELICIDADE!!! Com MUITO ORGULHO!!! Eu tive o cartucho Super Mario3 que roubei numa locadora :rs: :martelo: :rs: :martelo: Isso que era EPOCA DE OURO DOS GAMES!! não tinha graficos 3d com tecnologia parafuseta mais rapido que o olho humano, tinha o principal de um video game DIVERSÃO!! Tive 2 nintendinho, pena que quebraram :choro: :choro: de tanto eu jogar :rs: Mas realmente não se compara com a de hoje. :ok: Otimo Topico!!! VIDA LONGA A Nintendo!! Felicidade??? Época de ouro??? Vc se orgulha de ter roubado é??? :rs::rs::rs: Sim, não sou santo, e na epoca eu tinha 10 anos, e foi um roubo bonito, vou te enssinar :ok: Eu troquei o Chip de dentro da Fita por um queimado, deu muito trabalho, o cartucho era original, tinha aqueles parafusos que tem no super nes, então tive que arquiteta um plano para abrir a fita, peguei uma chave de fenda e limei no meio para o parafuso se encaixar, ficou perfeito!! peguei uma fita minha que tinha queimado e troquei, depois levei de volta dizendo que a fita não estava pegando :rs: :risos: Pronto conssegui minha Primeira fita roubada de loucadora :rs: :risos: depois eu conto para voces como fui quaseeee pego. Mas não façam isso, é muito feio :risos: na epoca eu era muito novo e tava no auge da idade do Kapeta :rs: !! como aprontava nessa epoca :rs: . Não me arrependo de nada que fiz na infancia, pelo contrario foi a melhor epoca de minha vida, até hoje tenho saudades :lagrima: Explicado? :ok: |
| SCZTRAK |
Dec 1 2005, 12:48 PM
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#50
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Unregistered |
QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Dec 1 2005, 11:08 AM) QUOTE(Azazel9999 @ Nov 12 2005, 01:29 AM) QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Nov 11 2005, 03:25 PM) Que emoção!!! EU SOU DESSA EPOCA!! Que FELICIDADE!!! Com MUITO ORGULHO!!! Eu tive o cartucho Super Mario3 que roubei numa locadora :rs: :martelo: :rs: :martelo: Isso que era EPOCA DE OURO DOS GAMES!! não tinha graficos 3d com tecnologia parafuseta mais rapido que o olho humano, tinha o principal de um video game DIVERSÃO!! Tive 2 nintendinho, pena que quebraram :choro: :choro: de tanto eu jogar :rs: Mas realmente não se compara com a de hoje. :ok: Otimo Topico!!! VIDA LONGA A Nintendo!! Felicidade??? Época de ouro??? Vc se orgulha de ter roubado é??? :rs::rs::rs: Sim, não sou santo, e na epoca eu tinha 10 anos, e foi um roubo bonito, vou te enssinar :ok: Eu troquei o Chip de dentro da Fita por um queimado, deu muito trabalho, o cartucho era original, tinha aqueles parafusos que tem no super nes, então tive que arquiteta um plano para abrir a fita, peguei uma chave de fenda e limei no meio para o parafuso se encaixar, ficou perfeito!! peguei uma fita minha que tinha queimado e troquei, depois levei de volta dizendo que a fita não estava pegando :rs: :risos: Pronto conssegui minha Primeira fita roubada de loucadora :rs: :risos: depois eu conto para voces como fui quaseeee pego. Mas não façam isso, é muito feio :risos: na epoca eu era muito novo e tava no auge da idade do Kapeta :rs: !! como aprontava nessa epoca :rs: . Não me arrependo de nada que fiz na infancia, pelo contrario foi a melhor epoca de minha vida, até hoje tenho saudades :lagrima: Explicado? :ok: GRANDE ROUBO EM LOBO! POREM NA LOCADORA DAQUI DA MINHA AEREA SERIA IMPOSSIVEL FAZER ISTO, POIS ELES TINHAM UNS ADESIVOS COLADOS NOS BURACOS DOS PARAFUSOS! |
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Dec 3 2005, 10:47 AM
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#51
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QUOTE(SCZTRAK @ Dec 1 2005, 12:48 PM) QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Dec 1 2005, 11:08 AM) QUOTE(Azazel9999 @ Nov 12 2005, 01:29 AM) QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Nov 11 2005, 03:25 PM) Que emoção!!! EU SOU DESSA EPOCA!! Que FELICIDADE!!! Com MUITO ORGULHO!!! Eu tive o cartucho Super Mario3 que roubei numa locadora :rs: :martelo: :rs: :martelo: Isso que era EPOCA DE OURO DOS GAMES!! não tinha graficos 3d com tecnologia parafuseta mais rapido que o olho humano, tinha o principal de um video game DIVERSÃO!! Tive 2 nintendinho, pena que quebraram :choro: :choro: de tanto eu jogar :rs: Mas realmente não se compara com a de hoje. :ok: Otimo Topico!!! VIDA LONGA A Nintendo!! Felicidade??? Época de ouro??? Vc se orgulha de ter roubado é??? :rs::rs::rs: Sim, não sou santo, e na epoca eu tinha 10 anos, e foi um roubo bonito, vou te enssinar :ok: Eu troquei o Chip de dentro da Fita por um queimado, deu muito trabalho, o cartucho era original, tinha aqueles parafusos que tem no super nes, então tive que arquiteta um plano para abrir a fita, peguei uma chave de fenda e limei no meio para o parafuso se encaixar, ficou perfeito!! peguei uma fita minha que tinha queimado e troquei, depois levei de volta dizendo que a fita não estava pegando :rs: :risos: Pronto conssegui minha Primeira fita roubada de loucadora :rs: :risos: depois eu conto para voces como fui quaseeee pego. Mas não façam isso, é muito feio :risos: na epoca eu era muito novo e tava no auge da idade do Kapeta :rs: !! como aprontava nessa epoca :rs: . Não me arrependo de nada que fiz na infancia, pelo contrario foi a melhor epoca de minha vida, até hoje tenho saudades :lagrima: Explicado? :ok: GRANDE ROUBO EM LOBO! POREM NA LOCADORA DAQUI DA MINHA AEREA SERIA IMPOSSIVEL FAZER ISTO, POIS ELES TINHAM UNS ADESIVOS COLADOS NOS BURACOS DOS PARAFUSOS! Esse é muito facil de tirar, sabe o que é bom Éter, tira qual quer tipo de adesivo, ate de garantia de computador, agora tem que saber tirar na manha,passando ao poquinho bem de leve com algodão, sem estragar o adesivo.Mas não faça isso, é errado, fiz muito quando como falei na idade do Kapeta :diabinho: :risos: |
| GriFFon |
Dec 3 2005, 11:06 AM
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#52
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Achoquequebreiabarradeespaço! Registrado: 22-August 05 De: ahn...er.....zZZZzZzZzzzZzz Membro nº: 407 |
q roxx mtas coisas q eu n sabia kara...topico massa!! :martelo: :martelo:
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| jedimaster007 |
Dec 22 2005, 04:28 PM
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#53
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Unregistered |
Ninja Gaiden 2
Castlevania 3 Super Contra Super Mario Bros. 3 E muitos outros....que saudade :confiante: VOU TER(TENHO :risos: ) ORGULHO DE FALAR QUE FUI DESSA ÉPOCA !!! :rs: |
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Apr 13 2006, 10:58 PM
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#54
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O época boa essa a criatividade era a lei.
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Apr 29 2006, 11:37 PM
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#55
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hehehe naquele tempo os videos games eram um pouco bestas mais esses agoras são muito melhores
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Apr 29 2006, 11:39 PM
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#56
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ctz os jogos forom mto legais so os video games q eram rox hehehehe.O mario foi um dos que fez mais suceso naquela época
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Apr 29 2006, 11:43 PM
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#57
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a época foi uma das melhores,o super nitendo fazia mto sucesso so achva o video game um pouco rox mais os jogos eram D+
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| X-Arcanjo-X |
Jun 6 2006, 02:47 PM
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#58
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Ace Fighter Registrado: 23-August 05 De: DF - Brasilia - Ceilândia Membro nº: 455 |
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| TecoZC |
Jun 10 2006, 11:29 PM
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#59
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...Nada à comentar. Registrado: 21-August 05 De: Recife - PE Membro nº: 54 |
Bem....
se não fossre o RADS, e o Doreamon isso séria mais um Topíco de babassão pra nintendo... já falei (eu axo) e vou répetir... o Sony PS3 tá muuito ridiculo,mas cara... tem oras que eu torço muuuito para ele se dar bem... porq? Só para esses fãs obsecados quebrem a cara... pois chega a dá raiva tanta babação... |
Jun 12 2006, 03:19 AM
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#60
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Mtbom, pena n ter vivido nessa epoca, peguei o final da era SNES, mas jogava mt no meu primo o Dynavision dele, e agora mato a saudade com os emuladores!!!
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| Versão Simples | Horário: 24th May 2013 - 08:41 PM |
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