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> Lendo O Passado, Para Ver O Futuro!, As histórias das Empresas de Videogame

NESBEATZ
post Nov 10 2005, 02:00 AM
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Beginner Fighter
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Nintendo Entertainment System e o N.E.S. 8 Bits

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direita.gif Julho de 1983 é lançado no Japão , o melhor video-game de todos os tempos

A história

O Famicom (abreviação de Family Computer), foi a versão japonesa do NES (Nintendo Entertainment System) merece um destaque especial na história dos video-games por se tratar do console que deu nova vida ao mercado de jogos.

A Nintendo, depois do imenso sucesso dos seus Game & Watch (criados por Gumpei Yokoi), resolveu entrar de vez no ramo dos jogos eletrônicos. O presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi, chamou Masayuki Uemura e todo o seu time para desenvolver uma nova plataforma que fosse melhor e mais barata que as existentes. Uemura conseguiu fazer isso usando chips bons, modernos e mais baratos. O projeto estava começando no papel em meados de 1982.

Em julho de 1983 era lançado o Famicom. O console vendeu muito bem, mas ao contrário do que muitos pensam, o Famicom não foi um grande sucesso na época de seu lançamento por vários fatores. Mas o principal deles, foi devido aos chips baratos: todos os Famicom vendidos apresentaram problemas de funcionamento.

Isso obrigou a Nintendo a recolher todos os aparelhos para a troca do chip defeituoso. O presidente da Nintendo precisava de algo para salvar a empresa de uma perda muito grande de dinheiro. Foi quando Shigeru Miyamoto lançou Mario Bros., uma conversão das máquinas de arcades para o Famicom. Como nessas máquinas, Mario estava acompanhado do seu irmão Luigi. Este foi o primeiro jogo a reunir os dois irmãos encanadores, e graça a competência de seu criador, o game se tornou um grande sucesso, salvando a Nintendo. Outros títulos dos arcades foram convertidos para NES - Donkey Kong, Hogan's Alley (utilizado da Zapper Gun), e tantos outros. Com isso, todos que ficavam horas na frente das máquinas de arcade agora teriam tudo isso e muito mais no conforto de suas casas.

No final de 1983 e início de 1984, a indústria começou a passar por dificuldades (época do conhecido como Crash de 1984). Yamauchi tentou relançar o Famicom, mas nenhuma loja quis vendê-lo. Enquanto a Nintendo of America remodelava o Famicom e preparava o seu lançamento no mercado americano, Yamauchi lançava no Japão o game Super Mario Bros., o primeiro game de série Super dos encanadores. A partir desse ponto o mundo dos jogos eletrônicos nunca mais seria o mesmo. Os problemas do Famicom haviam sido solucionados, e com o jogo Super Mario Bros. se tornando uma epidemia geral, as lojas começaram a vender o Famicom novamente. Ficou diícil encontrar um Famicom pra comprar, tamanha a demanda. Depois do lançamento do game, restava então à Nintendo lançar o console num pacote com o jogo e mais dois controllers. E foi exatamente o que aconteceu em agosto de 1985.

Bom, resolvido esse problema, outras desenvolvedoras de jogos começaram a lançar títulos para o console. Uma grande colaboradora foi a Konami, com sucessos como Contra e Castlevania. Depois, os pertados Final Fantasy, da Square e Dragon Quest, da Enix, fizeram a cabeça dos fans do sistema. Muitas vendas, jogos e o Famicom finalmente difundido no Japão.

Próximo passo: mostrar o console para o mundo. Daí era hora da empresa sentar outra vez e preparar o console para o mercado americano, estagnado desde 1983, quando os jogos do Atari 2600 perderam popularidade. Era então um bom mercado. Hora então, de bolar o novo design, nome e estratégia de lançamento.

O Famicom foi o grande responsável por japoneses dormirem em frente das lojas na noite que antecedia o lançamento de algum jogo importante (como Dragon Quest e Final Fantasy por exemplo, títulos de muito sucesso no Japão). Só para você ter uma idéia, em alguns anos a Nintendo chegou a faturar mais que a Toyota.

O Famicom possui cerca de 1200 títulos de jogos lançados, e perde apenas para o PlayStation, que possui cerca de 1400.

Nintendo Entertainment System
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direita.gif Surgi então o grande responsável pela recuperação do mercado de videogames.

O que é?

O Nintendo Entertainment System é um sistema de video-game doméstico e foi a versão americana do o Family Computer. O NES foi o console que pode ser descrito como o mais bem sucedido da história, com games lançados que seguem a sua trilha até hoje. Lançado 1985, o NES mostrou ao mundo a força de seus jogos e que a Nintendo entrou no mundo dos video-games para ficar.

Com a situação no Japão controlada, a Nintendo preparou o lançamento da plataforma na terra das estrelas e listas. O americanos, de longe já tinham uma idéia da existência do Famicom e de seu sucesso no oriente. O sucesso na América parcia garantido. Tudo foi planejado meticulosamente. Em 1984, o console foi exibido aos americanos na C.E.S. (Consumer Eletronic Show), prometendo muitos jogos e tecnologia de ponta. Só que os americanos não gostaram nada do design do console, que realmente parece um brinquedo e não um equipamento. Coisa que os engenheiros da Nintendo resolveram e um ano. Na C.E.S. de 1985, surgia o NES (Nintendo Entertainment System) com o design que todos conhecemos. Agora sim!

O NES finalmente era americano. Agora é só convencer os consumidores, coisa que Nintendo já tinha aprendido muito bem com os tropeços do Famicom. A primeira estratégia foi matadora. O cartucho Super Mario bros acompanhado com pacote Control Deck.

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O que foi bom do lado de lá continuou sendo do lado de cá.O NES recebeu suporte de todas as softhouses consagradas do mercado, como Konami, Tecmo, Square, Capcom e tantas outras. Os jogos do console ultrapassaram a marca dos 700 títulos oficiais lançados. As séries que merecem mais destaque, são Mega Man, Final Fantasy, Ninja Gaiden, Castlevania, TMNT, Zelda, Mario, entre outras. Grandes jogos também foram lançados em terras americanas. Dragon Warrior, versão de Dragon Quest foi sucesso absoluto. Final Fantasy e The Legend of Zelda (este último, um mito) também foram febre por lá.

Muitos jogos foram lançados. Muitos versões dos jogos japoneses e outros exclusivos nos EUA. Jogos como Punch Out, EXCITEBIKE, entre outros milhares transformaram o NES em febre absoluta no final dos anos 80, e no começo dos anos 90. Era jogo que não acabava mais. Tanto era o sucesso que logo surgiram produtos com os personagens dos jogos do NES, como brinquedos, roupas, revistas especializadas e até... cereal! Coisa de americano.

direita.gif Super Mario Bros. 3 (NES) foi lançado em feveireiro de 1990 e deixou Mario no auge e estrelato total. O jogo foi esperado ansiosamente no mundo todo e quando foi finalmente lançado, em pouco tempo se tornou um dos jogos mais populares de todos os tempos. As imagens do jogo só foram mostradas ao público no filme "The Wizard", de 1989, o que deixou o público com ainda mais água na boca. Esbanjando inovação total, Mario aparecia em diferentes fases, com diferentes uniformes e itens, enfim, num jogo que revolucionou o mundo dos video-games e que se tornou o símbolo do NES. Pela primeira vez, Mario era capaz de voar! Super Mario Bros. 3, é até hoje é o 2º jogo mais vendido de todos os tempos, com 18 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo. Para definir Mario como o Rei do mundo, e principalmente das crianças, numa pesquisa realizada nos EUA, foi comprovado que Mario era mais conhecido pelos pequenos do que Mickey Mouse.

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direita.gif Nintendo no papel

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Com todo esse sucesso, a Nintendo decidiu criar uma maneira de contar todas as novidades e divulgar melhor seus lançamentos para seus consumidores. Foi lançada, em julho de 1988, a primeira edição da Nintendo Power, a revista oficial da Nintendo nos EUA, trazendo Super Mario Bros. 2 como destaque. Com games detonados, notícias e estratégias demonstradas de uma maneira que não se via em outras revistas da época, a NP era o complemento perfeito para o Nintendomaníaco que desejava informações de dentro da indústria, sempre em primeira mão e com qualidade superior. Durante o final dos anos 80, o NES viveu momentos de superioridade extrema nos EUA. O reconhecimento era tal que o nome Nintendo quase virou sinônimo de video game, fato que a empresa evitou a todo custo sob o risco de perder os direitos autorais sobre a própria marca, segundo a lei americana de ''Household Names''.

Esse sucesso todo incentivou duas outras empresas. A Sega e a Atari. A Sega lançou em 1987 seu Master System, movido pelo sucesso do concorrente. A Atari fez o mesmo e lançou o Atari 7800. O Master System também tinha CPU de 8 bits e até que apresentava melhores recursos gráficos e sonoros. Mas não tinha jeito. O NES já havia conquistado uma grande legião de fãs, e mesmo inferior tecnologicamente, teve os melhores jogos do mercado, e os mais vendidos também. Cada grande lançamento era ansiosamente esperado, o que deixou os outros bem pra trás.

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direita.gif Tumulto nas portas das lojas em dias de lançamento. Milhões de dólares faturados num só dia, com cerca de 150 mil consoles vendidos. No auge da geração 8 bits, a Big N especializou-se em quebrar recordes. No Japão, o maior fenômeno foi Dragon Quest (Dragon Warrior nos EUA). A cada nova aventura da série, aumentava o número de gamemaníacos que pulavam da cama de madrugada e iam alongar as filas logo de manhã nas portas das lojas. O primeiro jogo da série Dragon Quest vendeu 1.4 milhões de cartuchos. O segundo, 2.3mi. O terceiro, 3.4mi. O quarto 1.3mi apenas na primeira hora de funcionamento das lojas, totalizando cerca de 3.5mi de cópias só no Japão.

Nos EUA, The Legend of Zelda foi o primeiro game a quebrar a barreira de um milhão de unidades vendidas, que aconteceu em 1987. No ano seguinte, um novo recorde: mais dois milhões, do mesmo Zelda, totalizando mais de 3 milhões de cópias vendidas, igualando a marca de Mike Tyson's Punch Out!!. No total, foram 6.5mi de cópias vendidas de The Legend of Zelda. Mas o título de grande campeão do NES - e também de toda a história dos video-games - ficou para Super Mario Bros simplesmente 40 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Inacreditável.

direita.gif Super Mario Bros
O maior sucesso de todos os tempos

Treze de Setembro de 1985. Poucos poderiam prever que naquele sexta feira nasceria, no Japão, o jogo de maior sucesso de todos os tempos. o Famicom como era chanmado o NES japonês, lançado em 1983 já era sucesso e Super Mario Bros fez explodir as vendas do console, a ponto de a fabricante Nintendo não conseguir atender. Shigeru Miyamoto criou o game que mudou história dos videogames para sempre. Super Mario Bros impulsionou a fama do mais famoso personagem de videogame de todos os tempos e deu origem a um estilo de jogo que influencia até os jogos mais atuais, é o game de maior influencia da história do entretenimento eletrônico. No Japão SMB é considerado o melhor jogo de todos os tempos.

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E a febre continou. Fãs por toda parte, centenas de unidades vendidas, jogos cada vez melhores. Essas foram as armas da Nintendo, inicialmente no Japão, depois na América e Europa. Acessórios cada mais moderno eram lançados todos os meses.

direita.gif Principais acessórios

user posted image Power Glove
Feita pela Mattel, é uma "luva-controle" para o console. A luva permitia ao jogador uma pequena sensação de realidade virtual ao mover o braço e os dedos para comandar a ação do jogo. Funcionava bem em Rad Racer e Mike Tyson's Punch Out!!, por exemplo. É um acessório não muito útil, apesar de ser o sonho de consumo de muitas crianças no ano de lançamento, mas sendo o pesadelo dos pais - a bugiganga custava US$100.

user posted image Nintendo Zapper Gun
Em 1988, a Nintendo lança a Zapper Gun, para diferenciar o NES de outros consoles. A Zapper Gun foi mais uma das armas da Nintendo para consagrarar o NES como parte de uma nova geração de video-games na época. Ela possibilitou trazer para dentro de casa jogos de tiro, que na época só faziam sucesso nos arcades, como Wild Gunman e Duck Hunt. Muitos outros games foram lançados nessa plataforma, como The Adventures of Bayou Billy ou Operation Wolf.
Em 1989, leis federais americanas exigem que armas de brinquedo se pareçam realmente com brinquedos. O resultado não podia ser diferente - a Nintendo refez seu acessório (que era de cor cinza), mudando a cor para laranja (foto).

user posted image NES Four Score
Se você pensa que a mania dos jogos multiplayer com até quatro jogadores só começou com a chegada do Nintendo 64, se enganou. O NES recebeu um acessório capaz de oferecer uma jogatina de até quatro jogadores simultanamente! Foi o NES Four Score. Com ele, os jogadores podiam também acionar um sistema de turbo nos botões A e B. Enfim, foi um periférico inovador e divertido, mas poucos jogos usufruiram deste, infelizmente. Super Off Road era o mais conhecido, e permitia a jogatina totalmente simultânea. Os jogos compatíveis com o acessório tinham um selo de 'Four Player Game' estampado na embalagem.

direita.gif Em 1990, o console já dominava uma fatia correspondente a 90% do mercado. Hyroshi Yamauchi tornou-se um dos homens mais rico do Japão, depois do mundo. Como nenhum de seus concorrentes representava perigo real para soberania do NES, a Sega lançou em 1990 o Genesis, o console de 16 bits, o dobro do processamento, gráficos mais realistas, som competente e efeitos tridimensonais. Mesmo assim, o NES continuou sendo o líder em vendas até bem 1992, quando passou esse cargo ao Super Nintnedo. Nova criação da empresa japonesa.

O que mais impressionou a empresa foi que ele vendeu a imagem do equipamento bem demais. Mesmo depois do lançamento do Super NES, o console original continuou vendendo, com muito fãs nomundo todo. Além do que, novos jogos continuavam saindo, e que o console não iria se aposentar tão cedo. Alguns dos títulos do NES dessa época foram inclusive inspirados nos do Super NES.

Apelidado de NES 2, e lançado em 1993, o "Novo" NES foi uma tentativa da Nintendo de trazer o NES de volta ao mercado e dar a chance para que pessoas pudessem ter em casa um bom console num preço bastante acessível. O NES2 custava cerca de US$50,00.

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direita.gif Graças ao NES, a antiga fábrica de selos e baralhos criada em 1889 chamada Nintendo, tornou-se a número 1 no setor de jogos e entretenimento nas décadas de 80 e 90. O NES encerrou sua vida útil oficialmente em dezembro de 1994, praticamente 10 anos depois de ser lançado. Nesse mesmo ano, foi lançado seu último jogo original: Wario's Woods. Foi o fim de uma era de sucesso, muito sucesso... O NES era uma daquelas árvores gigantescas que você olha e pensa: essa coisa já estava aqui antes de eu chegar e vai estar aqui décadas depois de eu ir embora. Era o fim da era de uma lenda no mundo dos Video-games.

O que representa o NES hoje?

O Nintendo Entertainment System deixou seqüelas absurdamente importantes e impressionantes no mundo dos games. Deu novo rumo ao mundo dos jogos, antecedendo outras máquinas como principalmente o SNES. Para você ter uma idéia, foram mais de 62 milhões de consoles vendidos em todo o mundo e 500 milhões de cartuchos.

O NES praticamente ressucitou os video-games depois do "Crash de 1984", coisa de enorme importância para a indústria. Além disso, é bom lembrar que os games tiveram uma carreira de enorme sucesso no 8-bit, seguindo seus caminhos até hoje.

Um game do NES ostenta o título de mais vendido de todos os tempos: é Super Mario Bros, com 40 milhões de cópias vendidas. O NES ainda conquistou uma outra façanha: The Legend of Zelda foi o primeiro jogo a bater a marca de 1 milhão de cópias vendidas nos Estados Unidos.

Os gamemaníacos haviam presenciado um novo jeito de jogar video-game: tinham uma nova máquina em seus lares, curtiam jogos com gráficos impressionantes e uma diversão incansável. Enfim, o NES foi de uma importância tão grande para a indústria dos jogos eletrônicos que é até difícil explicar o seu significado.

O console tomou conta de 90% do mercado mundial dos 8-bit. Os outros insignificantes 10%, pertenciam ao Sega Master System e ao Atari 7800. Nos EUA, a detenção do NES era de 70% e no Japão, de 90%.

Com isso, foram produzidos milhares de jogos para o console, que até hoje servem de referência em jogabilidade para muitos lançamentos modernos.

Esse foi um breve resumo da história deste inesquecível console, que criou todos os padrões de jogos que temos hoje.

Especial Dragon Warrior

Havia um tempo no qual os jogadores de fantasia e RPG divertiam-se com um jogo não só por sua atração visual, mas pela jornada pela qual eles eram envolvidos. Por andar nos mais diversos ambientes e mundos, encontrar os mais diferentes e poderosos monstros e decobrir cada um dos tesouros escondidos pelo mundo afora. E quem reinou absoluto nessa categoria de games foi Dragon Warrior, o jogo que fez o gênero RPG explodir em popularidade no Japão e nos EUA. Desenvolvido na softhouse Enix por Akira Toriyama (o criador de Dragon Ball), Yuji Horii e o compositor Koichi Sugiyama, a série transformou um gênero complicado, só encontrado em games elitistas como Ultima, num jogo com uma interface fácil e atrativa, concedendo a milhões a graça de entrar no papel de um herói em sua épica viagem por um mundo desconhecido. Trazido à América pela Nintendo em 1989, o esquema de jogo de Dragon Warrior influencia até hoje games como Pokémon e Final Fantasy.

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Dragon Warrior
Console: NES
Ano de lançamento: 1989
O primeiro Dragon Warrior teve algumas mudanças em relação ao Dragon Quest original (nome da série no Japão), que o deixaram ainda mais atraente para o povo americano, garantindo o sucesso tanto do jogo quanto do quase inédito gênero RPG. Os gráficos melhoraram, o nome do personagem mudou de Toto para Erdrick e a linguagem era em inglês clássico, dando a sensação do game ser ambientado na Idade Média, o que mexia com a imaginação do jogador.
DW é a saga do jovem herói Erdrick para combater o maligno Dragonlord, que está infernizando a vida do Reino de Alefgard: ele roubou a bola de luz sagrada, destruiu a cidade de Hawkness e raptou a Princesa Gwaelin. Com isso, o jogador recebeu o pedido do rei para combatê-lo, já que era o único descendente do clã de guerreiros Erdrick. A simplicidade do jogo não comprometia a diversão de encontrar os mais diferentes monstros, personagens, cidades e magias, tudo sustentado por uma trilha sonora medieval e batalhas intermináveis e emocionantes, elementos de um verdadeiro RPG. Era assustador como você podia ficar jogando horas e horas a fio sem perceber.
Cotação: 10,0

Dragon Warrior II
Console: NES
Ano de lançamento: 1990

Quando a seqüência foi lançada, o mundo já havia sido conquistado pela febre do RPG, e a América já estava pronta para outras séries, como Final Fantasy. Neste game, já é possível encontrar diversos outros personagens para acompanhá-lo em sua saga. A história também já começa a ter um pouco mais de profundidade. Vários anos passaram-se desde que o descendente de Erdrick e a Princesa Gwaelin deixaram a terra de Alefgard. Eles viajaram pelas terras vizinhas e formaram três reinos. Desde então, seus descendentes governaram as terras de Midenhall, Cannock e Moonbroke. Tudo esteve em paz por muitos anos, até que o mago Hargon apareceu. Os exércitos de Hargon atacaram o Castelo de Moonbroke, matando todos, exceto um soldado, que conseguiu escapar. O soldado machucado conseguiu chegar a Midenhall e informou o rei do desastre. Você é o Príncipe de Midenhall, um descendente de Erdrick, que deve procurar seus dois outros primos e visitar todos os continentes vizinhos para de novo salvar o mundo.

Dragon Warrior III
Console: NES
Ano de lançamento: 1991
E a série não parava de trazer inovações e elementos diferentes para o gênero. Aqui foi introduzida a possibilidade de mudar da noite para o dia e vice-versa, algo que é utilizado em RPGs até hoje. Também era possível formar equipes de guerreiros e mudar as classes de personagens, para formar o melhor time possível. Uma fênix estava disponível para voar de um continente para o outro, assim como diferentes barcos.
A história: no 16º aniversário do herói, sua mãe o acorda e diz que você verá o Rei de Aliahan. Na audiência, lhe diz que é necessário derrotar o vilão Baramos antes que ele destrua o mundo. E para fazê-lo, é necessário melhorar suas habilidades e juntar uma lista de companheiros para ajudá-lo nessa tarefa. O mundo de Dragon Warrior III é duas vezes maior que o de Dragon Warrior II, portanto é uma grande jornada a ser realizada. Até porque o jogo não acaba depois de Baramos ser derrotado?
Cotação: 8,5

Dragon Warrior IV
Console: NES
Ano de lançamento: 1992
Quando se pensava que a série havia acabado, era lançada a quarta seqüência do mega-sucesso de vendas do Japão nos EUA. Este foi um dos primeiros jogos no qual as pessoas dormiram em frente às lojas japonesas para garantir sua cópia, tal o fanatismo. Infelizmente, foi o último da série lançado nos EUA. Este episódio traz novas mudanças, como a introdução de um novo clã de guerreiros, um cassino e o uso de um carro. Iniciando uma trilogia totalmente nova, Dragon Warrior é a história de um herói que começa sem nome, que resolve impedir que o demônio Estruk ressuscite. Porém, ele é apenas uma criança e diversos monstros estão atrás dele. No decorrer do jogo, o herói vai ficando mais velho e encontrando outros personagens para ajudá-lo durante quatro capítulos do jogo. Só no quinto capítulo você o comanda como adulto, para aí montar um grupo e finalmente acabar com a ameaça de Estruk e o monstro Saro.
Cotação: 7,5

Especial Ninja Gaiden

É difícil encontrar na história dos consoles da Nintendo uma série tão bem-sucedida quanto Ninja Gaiden. Produzida pela softhouse Tecmo, ela foi um fenômeno entre os gamers e uma das mais cultuadas de sua época.

Contando uma emocionante história policial protagonizada pelo ninja Ryu Hayabusa, o jogo continha inimigos por todo o lugar, chefes que quase não cabiam na tela, trilha sonora empolgante e ação frenética ao longo de todas as suas fases. Ou seja, tudo o que se espera de um grande game de ação. E o melhor estava justamente no final desses estágios, quando cenas de cinema invadiam a tela e contavam mais detalhes da trama, que se revelava cada vez mais intrigante e interessante.

E esse clima de novela de ação fez tamanho sucesso, que as pessoas chegavam ao **mulo de ligar para a Power Line (serviço de dicas por telefone da Nintendo), perguntando o que aconteceria nos capítulos seguintes, porque não conseguiam passar de fase e não agüentavam de curiosidade. Uma pena que poucos jogos até hoje conseguiram superar esse feito.

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Ninja Gaiden
Console: NES
Ano de Lançamento: 1989
Clássico absoluto dos games, Ninja Gaiden foi o primeiro que mostrou que um jogo podia ter uma trama realmente interessante e complexa além dos elementos que já se conhecia na época, como gráficos, jogabilidade etc. Além disso, nenhum outro jogo antigamente tinha cenas que simulava atos de um filme, então se você gosta das animações computadorizadas que recheiam os jogos de diversos consoles atualmente, agradeça a Tecmo.
No começo do jogo, o pai de Ryu aparece lutando com outro ninja e é derrotado, sendo aparentemente morto. Enquanto isso, no Japão, Ryu recebe uma carta de seu pai revelando o seu paradeiro, que até então era desconhecido. A carta explica que seria muito possível que ele não voltasse mais para casa e que, se isso realmente acontecesse, ele deveria pegar a "espada dragão" de sua família e rumar para os EUA para visitar um amigo de seu pai, Walter Smith. Ao ler a carta, Ryu sente que algo está errado e ruma para localizá-lo. Ao chegar nos EUA, ele vai pouco a pouco descobrindo detalhes sinistros em relação ao desaparecimento do seu pai, como o envolvimento da CIA, mistérios sobre mutações e até a existência de demônios orientais. Cotação: 8,0

Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos
Console: NES
Ano de Lançamento: 1990
A continuação de Ninja Gaiden cumpriu um desafio difícil, mas que outras séries, como Mega Man e Contra também fizeram: ser superior em todos os aspectos em relação ao jogo original. Ele foi talvez um dos jogos mais aguardados de sua época, gerando furor nos gamers ao mostrar apenas dois segundos do jogo em seu comercial de TV antes do lançamento. Desta vez, os gráficos estavam bem mais detalhados, a jogabilidade mais apurada (com novos Power-Ups e manobras inteligentes) e claro, novos e emocionantes capítulos da saga dos Hayabusa foram apresentados.
A abertura de Ninja Gaiden II é magistral: ruídos e imagens de trovões cercam a tela enquanto a figura de um demônio de capa virado de costas vai aparecendo lentamente da direita para esquerda, só com o movimento da câmera. Focalizando a sua face, ele usa uma máscara branca, suja com o que parecem ser lágrimas de sangue.
Ele é Ashtar, o verdadeiro mestre de Jaquio (o demônio final de Ninja Gaiden). Irritado por Ryu ter acabado com seus planos a longo prazo (que eram chefiados por Jaquio), ele ordena seus ninjas que o capturem.
Assim, uma nova aventura começa para Ryu, que terá que desvendar mais um novo mistério e descobrir quais eram (e continuam sendo) os verdadeiros planos da clã de Ashtar. Cotação: 10,0

Ninja Gaiden III: The Ancient Ship of Doom
Console: NES
Ano de Lançamento: 1991
A terceira sequência foi bastante frustante para os fãs, o que talvez explique o desaparecimento da série tanto no NES quando nos demais consoles. O jogo continha várias tecnologias novas da época, como os diversos planos em 2-D, novos comandos e armas especiais, mas nada disso transformou o jogo em algo similar a suas sequências anteriores, principalmente por seu roteiro lotado de buracos. Mas isso não significa que Ninja Gaiden III é um jogo ruim, muito pelo contrário. A trama, apesas de um roteiro lotado de buracos, conseguiu se safar. O design das fases mudaram bastante, as deixando com um visual um tanto "hi-tech", o que ficou até bacana. Os gráficos estavam muito mais bonitos e com texturas caprichadas em todas as fases; até o lenço de Ryu movimenta-se durante o jogo. A jogabilidade foi bem afinada, e a trilha sonora então, mais excitante. Novas Power-Ups também foram lançadas. NG3 não foi um jogo ruim (pelo contrário). Porém frustou um pouco os fãs (não à mim) por algum motivo que ninguém sabe ao certo.

Especial Metroid

Quando foi lançado pela primeira vez, para o Nintendo 8 bit, Metroid abriu um novo mundo para os videogames. Enquanto a maioria dos jogos de ação eram unidimensionais, muito simplistas e não tinham objetivos bem definidos, Metroid trouxe todo um universo a ser explorado, no qual dependia totalmente do jogador encontrar novos acessórios, armas diferentes e caminhos secretos para a jornada continuar. Com isso, o game arrematou notas máximas em praticamente todas as revistas especializadas na época.

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Metroid
Console: NES
Ano de lançamento: 1986
O Metroid original pegou elementos de outros jogos do gênero e os levou a lugares nunca antes explorados, tornando-se uma aventura épica sem precedentes. Com suas passagens secretas, itens escondidos, áreas gigantescas para se explorar e uma atmosfera sinistra (com boa ajuda da trilha sonora), o game dava aquela sensação arrepiante de nunca se saber o que esperar na tela seguinte.

O jogo já pode ser considerado surpreendente a partir das características de seu protagonista ? uma mulher (o que só é revelado no final do jogo, chocando os jogadores da época) e mercenária ? que trabalha para as forças da galáxia defendendo a paz e a ordem. Trajada com uma armadura que a transforma numa espécie de ciborgue, Samus Aran encontra os mais diferentes itens e armas em sua jornada, que permitem incrementar suas habilidades e executar pulos mais altos, encontrar passagens secretas e atravessar barreiras.

A trama do primeiro episódio é simples: destruir Mother Brain e seus comparsas, seres mal-intencionados que estudam utilizar o incrível poder de seres chamados Metroids para conquistar a galáxia. Mas o principal desse jogo é a apresentação de um conceito novo de game, em que o personagem vai conquistando pouco a pouco novas habilidades e o direito de entrar em novas áreas do Planeta Zebes. Isso sem falar dos inimigos, que mais parecem ter saído direto de filmes "sci-fi". Por tudo isso, é justo afirmar: Metroid foi o primeiro grande jogo de ficção científica para consoles de video game.
Cotação: 9,0

Especial Contra

A série que redefiniu os games de ação e tiroteio

Os anos 80 foram o auge dos filmes de ação podreira. Toda a garotada adorava os filmes de Stallone e Schwarzenegger, onde a premissa básica era destruir tudo o que se via na frente, usando todas as armas possíveis. E é justamente por isso que ninguém se espantava quando as pessoas diziam que, ao jogar um jogo da série Contra, elas se sentiam como se estivessem comandando um desses brutamontes (ou até os dois ao mesmo tempo, no modo para dois jogadores) em suas televisões.

Contra tinha efeitos visuais impressionantes, um poderoso exército alienígena e fazia melhor o que games como Commando e Ikari Warriors já haviam tentado anteriormente. Contendo ação incessante em fases de plataforma e outras formas de visão, chefes de fase descomunais, fortalezas superequipadas, toneladas de soldados inimigos, você sentia toda a emoção de lutar sozinho (ou com um amigo) contra um milhão.

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Contra
Console: NES
Ano de lançamento: 1988
Lançado em 1988, a Konami usou toda sua experiência de fazer games clássicos de ação (como Gradius) e criou um game como nenhum outro. A diferença é que, ao invés de batalhar frotas interestelares com uma nave, você comanda um soldado contra um exército de aliens controlado por um ser superior chamado Mother Brain. Mas as comparações com outros games da Konami não param aí. É fácil reconhecer monstros que também aparecem na série Gradius, cenários "orgânicos" e, é claro, a presença do código tradicional da empresa. Se você não conhece ainda, é legal aprender: Na música de introdução, pressione: cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A, Start. Com isso, você terá trinta vidas para cada um dos três Continues do jogo, o que torna a destruição de qualquer exército uma moleza só.
Cotação: 8,0

Super C
Console: NES
Ano de Lançamento: 1990
Super C é outro jogo que superou o original: ele tinha gráficos muito mais detalhados, armas melhores, inimigos e fases muito maiores que o primeiro Contra. Mas como isso não é o bastante para se fazer um grande jogo, a Konami não decepcionou ao trazer ação envolvente do começo ao fim. O único porém é a dificuldade, que não é lá essas coisas – o game é um pouco mais fácil que o episódio anterior. Por fim, uma curiosidade: a Konami mudou o título de Super Contra para Super C para que as pessoas não relacionassem o jogo com o escândalo Irã-Contra do governo Reagan.
Cotação: 9,0

Especial Batlletoads

Primeiro grande sucesso desenvolvido pela hoje consagrada Rareware, Battletoads misturava muita pancadaria com humor, ação variada nos mais diferentes tipos de cenários, uma história bizarra e personagens, no mínimo, "diferentes": um trio de sapos bombados e folgados que adoram pancadaria. Contendo um bom nível de desafio, gráficos inovadores e grande diversão para dois jogadores, o game foi unanimidade quando lançado para Nintendinho, há dez anos. Comprove: com certeza o desejo de rever o sorriso cínico desses batráquios em versão 3D habita até hoje a mente dos gamemaníacos mais veteranos.


Batlletoads
Console: NES
Ano de lançamento: 1991

Quando a Rainha Negra raptar seu melhor amigo e a garota mais linda deste lado da Galáxia Estelar de Mazallion, o que você fará? Chorar? Esconder-se? Chamar a polícia espacial? Nem a pau! Porque neste jogo você é um Battletoad, e Battletoads não choram, não se escondem nem pedem ajuda. Battletoads ficam muito irados e querem mostrar quem manda no pedaço! Neste game da fase áurea do Nintendo 8 bits, os maiores destaques eram os gráficos recheados de efeitos de próxima geração e os desafios, cabeludos e cada vez mais criativos. Clássico!
Cotação: 8,0

Battletoads & Double Dragon: The Ultimate Team
Consoles: Game Boy e NES
Ano de lançamento: 1993

A "equipe definitiva" também ganhou suas adaptações para os consoles de 8 bit da Nintendo. Aqui, Zitz, Rash e Pimple juntam-se a Billy e Jimmy Lee para combater a ameaça da nave Colossus, que está pousada na lua e ameaçando nosso planeta com um canhão. Corajosamente, o grupo parte para lá para impedir que algo aconteça a nós, pobres terráqueos. Os gráficos logicamente são bem inferiores à versão do Super NES, mas a jogabilidade é acima da média, e na versão para NES ainda é possível jogar em duas pessoas ao mesmo tempo. Afora esse detalhe, ambos os games são praticamente idênticos.
Cotação: 6,5

Fonte: NES e NintendoWorld

Este post foi editado por M_ichi-Doraemon: Nov 12 2005, 11:30 PM
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Respostas(20 - 39)
battosai
post Nov 11 2005, 02:59 AM
Post #21


caralhudo fighter
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Registrado: 3-September 05
De: joinville-sc
Membro nº: 1.529



a cara pra mim o nes era mil vezes melhor que o master , o master era ruinzinho pacas!
agora entre snes e mega eu dou empate , a nintendo só ganhou facil nessa graças ao embalo do nes!
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NESBEATZ
post Nov 11 2005, 12:15 PM
Post #22


Beginner Fighter
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Registrado: 9-November 05
Membro nº: 3.586



QUOTE(battosai @ Nov 11 2005, 02:59 AM)
a cara pra mim o nes era mil vezes melhor que o master , o master era ruinzinho pacas!
agora entre snes e mega eu dou empate , a nintendo só ganhou facil nessa graças ao embalo do nes!
*



E claro que embalo do NES ajudou, mas Super Nintendo tinha exclusividade da Square e da Enix, e sem contar que o Super Nes foi lançado só depois de 2 anos do Mega Drive. O que fez MD perde foi por falta de rpg, e claro o nome Nintendo fazia diferença.
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Vitor Sakazaki
post Nov 11 2005, 02:27 PM
Post #23


Internacional reagindo no Brasileiro!!!
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Registrado: 21-August 05
De: Rio Grande do Sul - Paralelo 30°
Membro nº: 172



Muito bom tópico cara, meus parabéns por esse banho de informação. Nunca vou me esquecer das horas de diversão que o SNES me proporcionou em minah infância, aquele console quadrado com dois botões de cor azul. Muitas coisas eu não sabia, como as aparências anteriores do Famicom, e o passado da NIntendo. Quem tem um baralho da Nintendo, lá dos idos de 18 e antigamente, pode-se considerar um milharnário? Deve valer muito.

FLW cara, participa sempre. ok.gif


Espero que o Rejin faça um gigantesco tópico sobre a história da Sega pra não ficar tão feio! risos.gif
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Lobo Solitário (Gushead)
post Nov 11 2005, 03:25 PM
Post #24


Obrigado Darth Amigão!!
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Registrado: 21-August 05
De: Salvador, Bahia, Brasil
Membro nº: 85



Que emoção!!!


EU SOU DESSA EPOCA!! Que FELICIDADE!!! Com MUITO ORGULHO!!! Eu tive o cartucho Super Mario3 que roubei numa locadora rs.gif smil3dbd4e5e7563a.gif rs.gif smil3dbd4e5e7563a.gif

Isso que era EPOCA DE OURO DOS GAMES!! não tinha graficos 3d com tecnologia parafuseta mais rapido que o olho humano, tinha o principal de um video game DIVERSÃO!!

Tive 2 nintendinho, pena que quebraram e-mocao_choro.gif e-mocao_choro.gif de tanto eu jogar rs.gif

Mas realmente não se compara com a de hoje. ok.gif

Otimo Topico!!!

VIDA LONGA A Nintendo!!
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Azazel9999
post Nov 12 2005, 01:29 AM
Post #25


Eu era Rock.....agora sou Shingo de novo?!?
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Registrado: 5-September 05
De: Guarulhos - SP
Membro nº: 1.773



QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Nov 11 2005, 03:25 PM)
Que emoção!!!


EU SOU DESSA EPOCA!! Que FELICIDADE!!! Com MUITO ORGULHO!!! Eu tive o cartucho Super Mario3 que roubei numa locadora rs.gif  smil3dbd4e5e7563a.gif  rs.gif  smil3dbd4e5e7563a.gif

Isso que era EPOCA DE OURO DOS GAMES!! não tinha graficos 3d com tecnologia parafuseta mais rapido que o olho humano, tinha o principal de um video game DIVERSÃO!!

Tive 2 nintendinho, pena que quebraram e-mocao_choro.gif  e-mocao_choro.gif de tanto eu jogar rs.gif

Mas realmente não se compara com a de hoje. ok.gif

Otimo Topico!!!

VIDA LONGA A Nintendo!!
*


Felicidade??? Época de ouro??? Vc se orgulha de ter roubado é???

rs.gifrs.gifrs.gif
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LuWhisky
post Nov 12 2005, 01:34 AM
Post #26


Monica Potter Maravilhosa... Denovo!
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Registrado: 21-August 05
Membro nº: 197



QUOTE(Lobo Solitário (Gushead) @ Nov 11 2005, 03:25 PM)
Que emoção!!!


EU SOU DESSA EPOCA!! Que FELICIDADE!!! Com MUITO ORGULHO!!! Eu tive o cartucho Super Mario3 que roubei numa locadora rs.gif  smil3dbd4e5e7563a.gif  rs.gif  smil3dbd4e5e7563a.gif

Isso que era EPOCA DE OURO DOS GAMES!! não tinha graficos 3d com tecnologia parafuseta mais rapido que o olho humano, tinha o principal de um video game DIVERSÃO!!

Tive 2 nintendinho, pena que quebraram e-mocao_choro.gif  e-mocao_choro.gif de tanto eu jogar rs.gif

Mas realmente não se compara com a de hoje. ok.gif

Otimo Topico!!!

VIDA LONGA A Nintendo!!
*



Eu tb vivi essa época maravilhosa.

VIDA LONGA À NINTENDO!!!

Merece até um brinde smil405a5bd2c3510.gif smil405a5bd2c3510.gif smil405a5bd2c3510.gif smil405a5bd2c3510.gif

Flw!!!!
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RADS
post Nov 12 2005, 01:58 AM
Post #27


Wii are the champions
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Registrado: 21-August 05
De: Salvador Da Sega /o/
Membro nº: 116



A história da SEGA .

Ano de Fundação.....: 1955
Nome Completo.......: Sega Enterprises, Ltd.
Home Page.............: www.sega.com ou www.sega.co.jp



Um pouco da História da Sega :


David Rosen era um americano que em 1955, após lutar pela Força Aérea Americana na Segunda Guerra Mundial, vai para Tókio e funda a Rosen Enterprises Ltd. A empresa começa exportando arte, mas logo muda para o ramo de importação de cabines de fotos instantaneas. Essas cabines tiravam fotos em apenas dois minutos pelo preço de 200 yens tornando-se um grande sucesso no Japão. Após alguns anos no ramo de fotos instantaneas, Rosen começou a importar máquinas operadas por moedas (coin-up) para o Japão. Nesse momento, a Rosen Enterprises Ltd. era uma famosa empresa no ramo de entretenimento. Junto com a fama, veio a fortuna, e então a Rosen Enterprises Ltd. comprou um empresa japonesa Service Games fabricante de "jukebox" (máquinas que tocavam músicas, claro, todas essas cobradas, geralmente encontradas em bares) e na fusão criaram a Sega Enterprises Ltd.

A Service Games era muito maior que a Rosen Enterprises Ltd. David Rosen usou essas fábricas e começou a construção de jogos eletro-mecânicos, exportando-os para os EUA e sendo vendidos por todo o Japão. O primeiro jogo lançado foi em 1967, um simulador de ataque submarino chamado "Periscope". No jogo, os jogadores usavam um periscópio para encontrar os inimigos e lhes atirar torpedos. O jogo foi um grande sucesso, mesmo em uma época de "paz e amor".

Em 1970 a Sega Enterprises Ltd. foi comprada pela Gulf & Western começando a fabricação de Arcades e de jogos para os consoles da época, lançando um jogo por ano para arcades e consoles caseiros. Nessa época a Sega era apenas um empresa pequena, mas já contava com grandes sucesso, como por exemplo "Turbo" do Colecovision que vinha junto com o volante. Logo em seguida vieram outros jogos, como por exemplo Frogger, Monaco GP, SubRoc 3D, Tac Scan, e Space Fury, mas foi com Zaxxon, o primeiro jogo shoot'em up, que a Sega chamou a atenção conseguindo um enorme sucesso.

Com o sucesso de seus jogos, a Sega abriu uma divisão americana chamada de Sega Enterprises Ltd. e renomeu a divisão japonesa para Sega of Japan.

A partir desse momento, a Sega começou a desenvolver jogos para os consoles existentes, porém com a chegada do "Crash de 1984" diversas mudanças ocorreram. A divisão americana foi vendida para a Bally, um enorme empresa fabricante Pinball's e a Gulf & Western vendeu a Sega of Japan para um grupo de investidores japoneses. Esse grupo de investidores oficiamente mudou seu nome para Sega Enterprises Ltd. e começou a realizar mudanças bem inteligentes, como por exemplo a contratação de Yu Suzuki (Hang-On) e de Yuji Naka (Phantasy Star).

Com a morte de todos os consoles clássicos (Atari, Colecovision, Intellivision, etc.) em 1984, empresas como Sega e Nintendo seriam o futuro dos consoles, e nesse momento a Sega começou a fabricá-los.

A história da Sega no ramo de consoles é longa, com diversas batalhas contra seus rivais, conseguindo algumas vitórias, porém com muitas derrotas. O primeiro console fabricado pela Sega foi o SG-1000, testado no mercado em 1981, porém lançado em 1983 somente no Japão. Infelizmente foi "morto" rapidamente pelo Famicom da Nintendo, lançado no mesmo ano. O próximo console da Sega que merece destaque, e que conseguiu um certo sucesso, foi o Master System (conhecido inicialmente como Mark III no Japão). Mesmo sendo superior tecnicamente que o NES eu diversos aspectos, o SMS falhou no mercado americano devido a grande quantidade de jogos já lançados para o NES. Porém, na Europa, Brasil e Austrália, a história é totalmente inversa, mostrando o Master System com muito mais sucesso que o NES.

Para a Sega causar um grande impacto no mercado americano, ela teria que sobrepujar a Nintendo. E foi isso que ela fez em 1989 com o lançamento do Mega Drive/Genesis. Esse sistema de 16-bit era muito melhor que o NES em todos os aspectos, e em meados de 1993 a Sega passou a Nintendo no mercado americano.

Infelizmente, a partir dai as coisas começaram a piorar. Enquando a Sega tentava se manter a frente do recém-lançado Super NES, alegando somente que o Mega Drive/Genesis tinha um processador mais rápido, podendo fazer jogos rápidos como "Sonic, the Hedgehog", isso não seria suficiente com os games lançados pela Nintendo, como por exemplo "Donkey Kong Country". Numa época em que todos questionavam a violencia nos jogos, a Nintendo foi benificiada porque tinha mais jogos permtidos para crianças/adolescentes. A Sega então precisava de algo novo para tentar tirar o reinado da Nintendo. A tentativa dessa vez foi com os lançamentos do Mega CD/Sega CD e do 32X. Esse sistemas eram ótimos, porém muito caros. O Sega CD conseguiu um pouco de sucesso, mas não foi o suficiente para superar a Nintendo.

No ramo dos portáteis a história se repetiu com o Game Gear x Game Boy. O Game Gear era superior em tudo. Colorido, com iluminação interna e até mesmo com um acessório para se assistir televisão, e claro, era superior também no preço, resultando em mais uma derrota.

A Sega resolveu dar uma passo a frente e lançou em 1994 o Saturn. No começo o console foi bem aceito, porém foi logo derrotado pela Playstation da Sony. O Saturn terminou sua vida no mercado americano com um pouco mais de 200 jogos lançados, ficando atrás dessa vez da Sony e da Nintendo. No Japão o Saturn se manteve em 2o colocado por algum tempo, na frente do Nintendo 64.

A última cartada da Sega no ramo dos consoles foi em 1999 com o poderoso Dreamcast de 128-bit. Devido a sua capacidade e o recurso de acesso a Internet, o DC foi muito bem aceito no começo de sua vida. Porém, ser o primeiro console de 128-bit do mercado trás mais problemas. Era muito mais caro de ser fabricado, e muitas pessoas não acreditavam mais na Sega, esperando pelo lançamento dos consoles concorrentes: Sony PlayStation 2, Nintendo GameCube e Microsoft Xbox.

No final do ano 2000, a Sega anunciou oficialmente que iria parar de fabricar consoles para se dedicar exclusivamente a produção de jogos.

Porém isso não foi um mal negócio para a Sega. Devido ao baixo suporte das empresas de software aos seus consoles, a Sega produziu muitos de seus jogos, montando 10 times internos de pesquisa/programação, fazendo da Sega um dos melhores fabricantes de jogos no mundo. Cada time interno foi chamado originalmente de AM1, AM2, etc. Mesmo sendo da mesma empresa, esses times internos competiam entre si (saudavelmente) e como resultado ótimos jogos foram produzidos. Posteriormente os nomes dos times foram alterados, conforme abaixo:

AM1 virou Wow Entertainment
AM2 continuou como AM2
AM3 virou Hitmaker
AM4 virou Amusement Vision
AM5 virou Sega Rosso
AM6 virou Smilebit
AM7 virou OverWorks
AM8 virou Sonic Team (logo após a produção de Sonic, the Hedgehog)
AM9 virou United Game Artists
Digital Media virou Wave Master

Durante esses anos, a Sega teve seus bons e seus maus momentos, porém depois de sair do mundo competitivo da fabricação dos consoles, ela não terá nenhum problema em manter a sua imagem de empresa de software inovadora, que por sinal já dura décadas.

Pode ser que no futuro, com a melhora financeira e um melhor reconhecimento, a Sega volte para a fabricação de aparelhos, mas ainda é muito cedo para isso acontecer.

Este post foi editado por M_ichi-Doraemon: Nov 12 2005, 11:32 PM
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RFL22
post Nov 12 2005, 02:36 AM
Post #28


Faltou ele no kof!
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Registrado: 21-August 05
Membro nº: 135



huahuahuahuahua issu me parece uma resposta ao tópico da Nintendo risos.gif só tu msm Rejin risos.gif smil3dbd4e5e7563a.gif
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[Musashi]
post Nov 12 2005, 03:10 AM
Post #29


Meu mestre na arte e na sabedoria
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Registrado: 22-August 05
De: Noroeste do Paraná
Membro nº: 252



interessante a historia da sega, valeu RADS

sempre fui fã da Sega
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sim_rafael
post Nov 12 2005, 04:05 AM
Post #30


Agora com 128 bits - Zerei MGS2 no PC, finalmente!
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Registrado: 21-August 05
De: Araguari - MG, na frente do PC...
Membro nº: 182



É, isso foi uma resposta ao tópico da Nintendo. Eu sou fã da Sega. Sou um Segamaníaco, porém, não "fã-nático", chato e cego como o Rejin Admirador Da Sony. smil3dbd4e5e7563a.gif

Não creio que a Sega volte a fabricar consoles (pelo menos não em um futuro próximo, e sem uma grande gama de parceiros), e eu não sei se eu compraria um, pois ela me decepcionou bastante deixando os consoles morrerem (mesmo que ainda com potencial), como aconteceu ao lançar o Saturn (matando o Mega), e ao lançar o Dreamcast (matando o Saturn).

Muitos consumidores e fãs como eu ficaram frustrados com essa atitude, tanto que eu nunca pensei em comprar um Dreamcast (mesmo com o sucesso e os jogos legais como Sonic e Shenmue).

Mas eu guardo com carinho a memória dos jogos do MD e Saturn (alguns os quais ainda tenho, como o Toejam & Earl original, e os cd's pirata do Saturn), e continuo jogando até hoje (MD em emu, Saturn tentando emular, pois meu videogame tá um bagaço).

Eu fico até pensando em quem falou que o MD e o Saturn não tiveram bons jogos e grandes clássicos... Puts, esse povo não jogou clássicos como Sega Rally, Fighters Megamix, Toejam & Earl, Nights, Sonic R (uma pena o Xtreme não sair do papel), Guardian Heroes, Gunstar Heroes e muitos outros.

Hm, mas faltou falar da fusão final com a Sammy, e mais alguns sucessos no Arcade com a série Guilty Gear e as novidades de Virtua Fighter e outros jogos, além da qualidade das máquinas de pinball, e de alguns hardwares novos lançados, como a Lindbergh. ok.gif

user posted image
Foto do Coffinator atual. Só falta o Gran Turismo 4 na frente. e-mocao_bom.gif

Coff, a evolução... Full Renderer...
user posted image

Este post foi editado por sim_rafael: Nov 12 2005, 04:20 AM
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M_ichi-Doraemon
post Nov 12 2005, 04:56 AM
Post #31


Doraemon G.I.G.A. Max News corp.
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Registrado: 21-August 05
De: Brasil, Goiânia
Membro nº: 225



E pensar que eu ví um SEGA Mark III no ato do lançamento. Apenas uma pessoa em Goiânia tinha o videogame, já que o preço dele era exorbitante aqui no país.
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M_ichi-Doraemon
post Nov 12 2005, 06:18 AM
Post #32


Doraemon G.I.G.A. Max News corp.
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Registrado: 21-August 05
De: Brasil, Goiânia
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PC Engine - O pequeno samurai da NEC

O PC Engine foi um video game lançado pela NEC, uma companhia japonesa em 1987.

NEC Corporation (Nippon Denki Kabushiki Gaisha / Nippon Eletric Company)

QUOTE
Founded Tokyo, Japan (1899)

Location Tokyo, Japan

Key people Hajime Sasaki, Chairman of the Board; Akinobu Kanasugi, President

Industry Electronics

Products IT Solutions, Network Solutions, Electron Devices

Revenue  4,855 billion Yen (Fiscal year ended March 31, 2005)

Employees 148,540 (Consolidated, as of September 30, 2005)

Website NEC Global Gateway

Informações geradas do site WIKIPEDIA



O PCEngine foi um efeito colaboratívo entre a Hudson Soft, uma grande empresa de softwares (que mantem uma divisão de criação de chips), e a NEC. Num clássico exemplo de excelente timing, a Hudson estava procurando por um apoio financeiro para um console que havia criado e a NEC estava tentando entrar no lucratívo mercado de games.

O PCEngine foi e é um console extremamente compacto, graças a sua arquitetura de três eficientes chips e ao uso dos HU-CARDS, cartuchos com o tamanho similar ao de cartões de crédito.

Ele utiliza um processador MOS Technology 65C02, e um processador gráfico de 16 bits modificado, assim como um chip encodificador de video, tudo criado pela Hudson.

O PCEngine foi extremamente popular no Japão, superando as vendas do Nintendo Famicom logo após o seu lançamento, com nada menos que 12 sistemas lançados de 1987 a 1993 e novos jogos recentemente lançados em 1999. Ele era capaz de rodar jogos em várias resoluções com 512 cores na tela, e tinha uma robusta habilidade de manuseio de sprites. O sistema de cores criado pela Hudson criava um sinal de video mais vibrante e colorido do que o Famicom e o Megadrive e era grandemente comparado ao SNES (Super Famicom), o seu último rival em sua curta vida.

Ele foi o 1º console a ter um modulo opcional de CD-ROM, permitindo os seguntes benefícios:

Maior armazenamento de dados;
Menores custos de midia;
E o fator áudio (ouvir seus cds de música no aparelho, e maior e melhor qualidade de som nos jogos, marca registrada dos 'CD-ROM²' e 'SCD-ROM²')

As capacidades adicionais do CD-ROM, deram ao PCEngine, um novo leque de possibilidades de software, com uma miríade de jogos em HU-CARDS e CD-ROM. Aqui tem uma galeria de fotos mostrando alguns jogos

QUOTE
Especificações Técnicas:

CPU: 8-bit HuC6280A, a modified 65C02 running at 3.58 or 7.16 MHz (switchable by software). Features integrated bankswitching hardware (driving a 21-bit external address bus from a 6502-compatible 16-bit address bus), an integrated general-purpose I/O port, a timer, block transfer instructions, and dedicated move instructions for communicating with the HuC6270A VDC.
GPU: A dual graphics processor setup. One 16-bit HuC6260 Video Color Encoder (VCE), and one 16-bit HuC6270A Video Display Controller (VDC). The HuC6270A featured Port-based I/O similar to the TMS99xx VDP family.

Resolution:
X (Horizontal) Resolution: variable, maximum of 512 (programmable in increments of 8 pixels)
Y (Vertical) Resolution: variable, maximum of 240 (programmable in increments of 8 pixels)
The vast majority of PC-Engine games use 256×224, though some games, such as Sherlock Holmes Consulting Detective did use 512×224. Chris Covell's 'High-Resolution Slideshow' uses 512×240.

Color:
Depth: 9 bit
Colors available: 512
Colors onscreen: Maximum of 481 (241 background, 240 sprite)
Palettes: Maximum of 32 (16 for background tiles, 16 for sprites)
Colors per palette: Maximum of 16

Sprites:
Simultaneously displayable: 64
Sizes: 16×16, 16×32, 32×16, 32×32, 32×64
Palette: Each sprite can use up to 15 unique colors (one color must be reserved as transparent) via one of the 16 available sprite palettes.
Layers: The HuC6270A VDC is capable of displaying one sprite layer. Sprites could be placed either in front of or behind background tiles.
Colision detection: The HuC6270A VDC can detect if there has been a colision between sprite #0 and any other sprites.

Tiles:
Size: 8×8
Palette: Each background tile can use up to 16 unique colors via one of the 16 available background palettes. The first color entry of each background palette must be the same across all background palettes.
Layers: The HuC6270A VDC was capable of displaying one background layer.

Memory:
Work RAM: 8KB
Video RAM: 64KB

Audio capacity:
6 PSG audio channels, programmable through the HuC6280 CPU.
The addition of the CD-ROM peripheral adds CD-DA sound, and a single ADPCM channel to the existing sound capabilities of the PC-Engine.

Game Media:
HuCard (TurboChip in North America): A thin, card-like game media. The largest Japanese HuCard games were up to 20Mbit in size.
CD: The PC-Engine was the first home video game console to offer a CD-ROM accessory.
With only one exception, the SuperGrafx, all PC Engine hardware could play the entire HuCard library, and every CD system could play all the CD games - with the right system card.


Variações de Hardware:

PCEngine (1987)
Branco, com saída de RF

PCEngine Shuttle
Formato copiado (?!?) de um OVINI (ou UFO, como eles falam), não havia conexão para unidade de CD, e contava apenas com a saída de RF.

PCEngine SUPERGRAFX
O único modelo do PCE que tinha a unidade de cartão com 'poderes' a mais. Lançado apenas com 5 jogos que realmente exploravam a capacidade gráfica do aparelho. (Apenas dois dos jogos usavam a capacidade expandida de video: Darius Plus e Darius Alpha, que rodavam nas outras unidades, mas sem o gráfico 'acelerado')

PCEngine COREGRAFX
Cor grafite, com detalhes em azul. Saída AV (ah se eu soubesse disso!!!! smil40a8d63b7c842.gif )

PCEngine COREGRAFX II
Cor grafite mais claro que o 1º, com detalhes em laranja. Saída AV...

Acessórios - CDROM

PCEngine CD-ROM²
Preparado para o primeiro PCEngine (esse eu posso dizer com orgulho que eu tive!)

PCEngine SCD²
...Pra dizer a verdade, ele é igualzinho ao CD-ROM do 1º PCEngine. Apenas é preparado pra ser usado no COREGRAFX e COREGRAFX II

Portáteis

PCengine GT
(Eita propaganda massa!) PCEngine portátil! Uma pequena maravilha cobiçada e CARA DEMAIS!!! É o único portátil que, se vc conseguir o TV tunner dele, aceita TODOS OS PADRÕES IMPORTANTES DE COR (Pal-M/NTSC/PAL e SECAM) sem pestanejar.

PCEngine LT
(essa foto é um deboche... Ver o bicho conectado num CD-ROM² assusta...)
Sistema semi-portátil (não tem entrada para baterias), similar em tamanho a um PCEngine normal, porém com uma tela 'flip-top' grande, como um laptop.

DUO

PCEngine DUO
Combinação de PCEngine + CD-ROM². Tem saída pra fone de ouvido. Cor grafite escuro.

PCEngine DUO-R
Mesma coisa que o DUO, só que uma versão mais 'pobre', sem entrada de fone de ouvido (blergh) e branco (blergh blergh!)

PCEngine DUO-RX
Mesma coisa que os outros dois (sem saída de fone de ouvido...Ainda!), branco meio azulado (sabe quando vc lava a roupa e passa aqueles amacientes vagabundos que azulam um pouco o branco? É isso aí!), SÓ QUE... Ele já vinha com o controle de 6 botões... nice.gif

QUOTE
CD-ROM²/SCD² Hardware:

Drive unit:

- Single-speed CD-ROM drive, managed by a NEC microcontroller and using the SCSI-I interface.

Interface tray:

- ADPCM chip with variable speed input clock, and 64K DRAM for audio sample storage. Only one channel of 4-bit audio was supported.

- 64K DRAM for storage of program code and data loaded off the CD-ROM. The RAM could be supplemented by using different System Cards, and some later systems had additional RAM built-in.

A library of support routines and start-up code (BIOS) was provided in several forms, either built in to a particular console or as standalone 'System Cards'. The known revisions are:

v1.00 - First release (HuCard, came with the PC-Engine CD-ROM interface unit)
v2.00 - Upgrade (HuCard, sold separately)
v2.10 - Upgrade (HuCard, sold separately) - bug fix?
v3.00 - Final release (built into several products and available as a HuCard - see below)
The corresponding CD-ROM products were:

PC-Engine Interface Unit (IFU-30), came with System Card (CD-ROM² System, v1.00) (has 64K RAM)
System Card (CD-ROM² System, v1.00) (standalone, available as a replacement for the above)
System Card (CD-ROM² System, v2.00)
System Card (CD-ROM² System, v2.10)
Super System Card (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has additional 192K RAM)
Arcade Card Pro (Arcade CD-ROM², v3.00) (Has additional 192K RAM and 2048K RAM)
Arcade Card Duo (Arcade CD-ROM², v3.00) (Has additional 2048K RAM)
Super CD-ROM² System (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM)
PC-Engine Duo (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM)
PC-Engine Duo R (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM)
PC-Engine Duo RX (Super CD-ROM² System, v3.00) (Has 256K RAM)
RAU-30 (Extension cable for the SuperGrafx to fit into the IFU-30 tray)
The PC-Engine Interface Unit has 64K RAM and a v1.00 System Card. Later the v2.00 and v2.10 System Cards were released, with no additional hardware (only software changes). It will play CD-ROM² games directly, and needs the Super System Card or Arcade Card Pro for Super CD-ROM² or Arcade CD-ROM² games.

The Super System Card adds 192K RAM for a total of 256K available. The Super CD-ROM² System and PC-Engine Duo/R/RX consoles have the entire 256K built-in along with v3.00 of the System Card software, and can play both CD-ROM² and Super CD-ROM² games without using any additional cards.

The Arcade Card Pro is for the original PC-Engine Interface Unit, adding the 192K RAM required by Super CD-ROM² games and the 2048K RAM and additional support hardware used by Arcade CD-ROM² games.

The Arcade Card Duo is for the Super CD-ROM² System and PC-Engine Duo/R/RX consoles, which adds the 2048K RAM and additional support hardware. Because these systems have 256K of RAM built-in, this does not need to be provided and is why the Arcade Card duo was less expensive than the Pro version.

Note: Because the aforementioned consoles use the same BIOS revision as the Arcade Card Pro, it isn't known (as a cost-saving measure) if the Arcade Card Duo includes the BIOS software itself, or if the existing built-in BIOS is used.

The various CD-ROM game types are:

CD-ROM² (pronounced CD-ROM-ROM) : Standard CD-ROM game.
Super CD-ROM² : Requires a compatible system or upgrade card.
Arcade CD-ROM² : Requires an upgrade card.
While the Super CD-ROM² games only had additional RAM for storage, the Arcade CD-ROM² cards added a number of additional ways the RAM could be accessed (sequential, non-sequential) by the CPU.

For earlier systems, the conventional 64K or 256K RAM was split into 8K banks and mostly used for program storage, transferring it to the 64K of video RAM available was unwieldy.

The Arcade Card upgrade solved this problem by having it's extra 2048K RAM made indirectly accessible, to easily map to the PC-Engine CPU's instructions to rapidly copy data from the Arcade Card to the video RAM. The entire RAM could be then accessed as a linear stream of data instead of broken up into segments.

This was primarily used to store and stream large sprites to video RAM; as evidenced by many conversions of the well-animated Neo Geo fighting games to the Arcade CD-ROM² format. Of course for other games, it provided many more frames of animation, reduced load times, and the general convenience of additional storage. Note that this RAM cannot be used for program execution due to the way it is made accessible to the CPU.

One technique that was used by games pre-dating the Arcade Card upgrade was to store graphics data in the 64K audio RAM (used for ADPCM samples) that was present. This RAM could be directly populated by the CD-ROM hardware (it had a direct DMA channel from the CD controller) without CPU intervention, and the memory could be accessed in an indirect format similar to the Arcade Card, allowing data stored in it to appear as a 64K stream of linear data that could be easily transferred to video RAM.



Fonte: Wikipedia ok.gif
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NESBEATZ
post Nov 12 2005, 03:08 PM
Post #33


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