Lendo O Passado, Para Ver O Futuro!, As histórias das Empresas de Videogame
Lendo O Passado, Para Ver O Futuro!, As histórias das Empresas de Videogame
| NESBEATZ |
Nov 10 2005, 02:00 AM
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#1
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![]() Beginner Fighter Registrado: 9-November 05 Membro nº: 3.586 |
![]() A história O Famicom (abreviação de Family Computer), foi a versão japonesa do NES (Nintendo Entertainment System) merece um destaque especial na história dos video-games por se tratar do console que deu nova vida ao mercado de jogos. A Nintendo, depois do imenso sucesso dos seus Game & Watch (criados por Gumpei Yokoi), resolveu entrar de vez no ramo dos jogos eletrônicos. O presidente da Nintendo, Hiroshi Yamauchi, chamou Masayuki Uemura e todo o seu time para desenvolver uma nova plataforma que fosse melhor e mais barata que as existentes. Uemura conseguiu fazer isso usando chips bons, modernos e mais baratos. O projeto estava começando no papel em meados de 1982. Em julho de 1983 era lançado o Famicom. O console vendeu muito bem, mas ao contrário do que muitos pensam, o Famicom não foi um grande sucesso na época de seu lançamento por vários fatores. Mas o principal deles, foi devido aos chips baratos: todos os Famicom vendidos apresentaram problemas de funcionamento. Isso obrigou a Nintendo a recolher todos os aparelhos para a troca do chip defeituoso. O presidente da Nintendo precisava de algo para salvar a empresa de uma perda muito grande de dinheiro. Foi quando Shigeru Miyamoto lançou Mario Bros., uma conversão das máquinas de arcades para o Famicom. Como nessas máquinas, Mario estava acompanhado do seu irmão Luigi. Este foi o primeiro jogo a reunir os dois irmãos encanadores, e graça a competência de seu criador, o game se tornou um grande sucesso, salvando a Nintendo. Outros títulos dos arcades foram convertidos para NES - Donkey Kong, Hogan's Alley (utilizado da Zapper Gun), e tantos outros. Com isso, todos que ficavam horas na frente das máquinas de arcade agora teriam tudo isso e muito mais no conforto de suas casas. No final de 1983 e início de 1984, a indústria começou a passar por dificuldades (época do conhecido como Crash de 1984). Yamauchi tentou relançar o Famicom, mas nenhuma loja quis vendê-lo. Enquanto a Nintendo of America remodelava o Famicom e preparava o seu lançamento no mercado americano, Yamauchi lançava no Japão o game Super Mario Bros., o primeiro game de série Super dos encanadores. A partir desse ponto o mundo dos jogos eletrônicos nunca mais seria o mesmo. Os problemas do Famicom haviam sido solucionados, e com o jogo Super Mario Bros. se tornando uma epidemia geral, as lojas começaram a vender o Famicom novamente. Ficou diícil encontrar um Famicom pra comprar, tamanha a demanda. Depois do lançamento do game, restava então à Nintendo lançar o console num pacote com o jogo e mais dois controllers. E foi exatamente o que aconteceu em agosto de 1985. Bom, resolvido esse problema, outras desenvolvedoras de jogos começaram a lançar títulos para o console. Uma grande colaboradora foi a Konami, com sucessos como Contra e Castlevania. Depois, os pertados Final Fantasy, da Square e Dragon Quest, da Enix, fizeram a cabeça dos fans do sistema. Muitas vendas, jogos e o Famicom finalmente difundido no Japão. Próximo passo: mostrar o console para o mundo. Daí era hora da empresa sentar outra vez e preparar o console para o mercado americano, estagnado desde 1983, quando os jogos do Atari 2600 perderam popularidade. Era então um bom mercado. Hora então, de bolar o novo design, nome e estratégia de lançamento. O Famicom foi o grande responsável por japoneses dormirem em frente das lojas na noite que antecedia o lançamento de algum jogo importante (como Dragon Quest e Final Fantasy por exemplo, títulos de muito sucesso no Japão). Só para você ter uma idéia, em alguns anos a Nintendo chegou a faturar mais que a Toyota. O Famicom possui cerca de 1200 títulos de jogos lançados, e perde apenas para o PlayStation, que possui cerca de 1400. Nintendo Entertainment System ![]() O que é? O Nintendo Entertainment System é um sistema de video-game doméstico e foi a versão americana do o Family Computer. O NES foi o console que pode ser descrito como o mais bem sucedido da história, com games lançados que seguem a sua trilha até hoje. Lançado 1985, o NES mostrou ao mundo a força de seus jogos e que a Nintendo entrou no mundo dos video-games para ficar. Com a situação no Japão controlada, a Nintendo preparou o lançamento da plataforma na terra das estrelas e listas. O americanos, de longe já tinham uma idéia da existência do Famicom e de seu sucesso no oriente. O sucesso na América parcia garantido. Tudo foi planejado meticulosamente. Em 1984, o console foi exibido aos americanos na C.E.S. (Consumer Eletronic Show), prometendo muitos jogos e tecnologia de ponta. Só que os americanos não gostaram nada do design do console, que realmente parece um brinquedo e não um equipamento. Coisa que os engenheiros da Nintendo resolveram e um ano. Na C.E.S. de 1985, surgia o NES (Nintendo Entertainment System) com o design que todos conhecemos. Agora sim! O NES finalmente era americano. Agora é só convencer os consumidores, coisa que Nintendo já tinha aprendido muito bem com os tropeços do Famicom. A primeira estratégia foi matadora. O cartucho Super Mario bros acompanhado com pacote Control Deck. ![]() O que foi bom do lado de lá continuou sendo do lado de cá.O NES recebeu suporte de todas as softhouses consagradas do mercado, como Konami, Tecmo, Square, Capcom e tantas outras. Os jogos do console ultrapassaram a marca dos 700 títulos oficiais lançados. As séries que merecem mais destaque, são Mega Man, Final Fantasy, Ninja Gaiden, Castlevania, TMNT, Zelda, Mario, entre outras. Grandes jogos também foram lançados em terras americanas. Dragon Warrior, versão de Dragon Quest foi sucesso absoluto. Final Fantasy e The Legend of Zelda (este último, um mito) também foram febre por lá. Muitos jogos foram lançados. Muitos versões dos jogos japoneses e outros exclusivos nos EUA. Jogos como Punch Out, EXCITEBIKE, entre outros milhares transformaram o NES em febre absoluta no final dos anos 80, e no começo dos anos 90. Era jogo que não acabava mais. Tanto era o sucesso que logo surgiram produtos com os personagens dos jogos do NES, como brinquedos, roupas, revistas especializadas e até... cereal! Coisa de americano. ![]() ![]() ![]() Com todo esse sucesso, a Nintendo decidiu criar uma maneira de contar todas as novidades e divulgar melhor seus lançamentos para seus consumidores. Foi lançada, em julho de 1988, a primeira edição da Nintendo Power, a revista oficial da Nintendo nos EUA, trazendo Super Mario Bros. 2 como destaque. Com games detonados, notícias e estratégias demonstradas de uma maneira que não se via em outras revistas da época, a NP era o complemento perfeito para o Nintendomaníaco que desejava informações de dentro da indústria, sempre em primeira mão e com qualidade superior. Durante o final dos anos 80, o NES viveu momentos de superioridade extrema nos EUA. O reconhecimento era tal que o nome Nintendo quase virou sinônimo de video game, fato que a empresa evitou a todo custo sob o risco de perder os direitos autorais sobre a própria marca, segundo a lei americana de ''Household Names''. Esse sucesso todo incentivou duas outras empresas. A Sega e a Atari. A Sega lançou em 1987 seu Master System, movido pelo sucesso do concorrente. A Atari fez o mesmo e lançou o Atari 7800. O Master System também tinha CPU de 8 bits e até que apresentava melhores recursos gráficos e sonoros. Mas não tinha jeito. O NES já havia conquistado uma grande legião de fãs, e mesmo inferior tecnologicamente, teve os melhores jogos do mercado, e os mais vendidos também. Cada grande lançamento era ansiosamente esperado, o que deixou os outros bem pra trás. ![]() Nos EUA, The Legend of Zelda foi o primeiro game a quebrar a barreira de um milhão de unidades vendidas, que aconteceu em 1987. No ano seguinte, um novo recorde: mais dois milhões, do mesmo Zelda, totalizando mais de 3 milhões de cópias vendidas, igualando a marca de Mike Tyson's Punch Out!!. No total, foram 6.5mi de cópias vendidas de The Legend of Zelda. Mas o título de grande campeão do NES - e também de toda a história dos video-games - ficou para Super Mario Bros simplesmente 40 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Inacreditável. O maior sucesso de todos os tempos Treze de Setembro de 1985. Poucos poderiam prever que naquele sexta feira nasceria, no Japão, o jogo de maior sucesso de todos os tempos. o Famicom como era chanmado o NES japonês, lançado em 1983 já era sucesso e Super Mario Bros fez explodir as vendas do console, a ponto de a fabricante Nintendo não conseguir atender. Shigeru Miyamoto criou o game que mudou história dos videogames para sempre. Super Mario Bros impulsionou a fama do mais famoso personagem de videogame de todos os tempos e deu origem a um estilo de jogo que influencia até os jogos mais atuais, é o game de maior influencia da história do entretenimento eletrônico. No Japão SMB é considerado o melhor jogo de todos os tempos. ![]() ![]() E a febre continou. Fãs por toda parte, centenas de unidades vendidas, jogos cada vez melhores. Essas foram as armas da Nintendo, inicialmente no Japão, depois na América e Europa. Acessórios cada mais moderno eram lançados todos os meses. Power Glove Feita pela Mattel, é uma "luva-controle" para o console. A luva permitia ao jogador uma pequena sensação de realidade virtual ao mover o braço e os dedos para comandar a ação do jogo. Funcionava bem em Rad Racer e Mike Tyson's Punch Out!!, por exemplo. É um acessório não muito útil, apesar de ser o sonho de consumo de muitas crianças no ano de lançamento, mas sendo o pesadelo dos pais - a bugiganga custava US$100. Nintendo Zapper Gun Em 1988, a Nintendo lança a Zapper Gun, para diferenciar o NES de outros consoles. A Zapper Gun foi mais uma das armas da Nintendo para consagrarar o NES como parte de uma nova geração de video-games na época. Ela possibilitou trazer para dentro de casa jogos de tiro, que na época só faziam sucesso nos arcades, como Wild Gunman e Duck Hunt. Muitos outros games foram lançados nessa plataforma, como The Adventures of Bayou Billy ou Operation Wolf. Em 1989, leis federais americanas exigem que armas de brinquedo se pareçam realmente com brinquedos. O resultado não podia ser diferente - a Nintendo refez seu acessório (que era de cor cinza), mudando a cor para laranja (foto). NES Four Score Se você pensa que a mania dos jogos multiplayer com até quatro jogadores só começou com a chegada do Nintendo 64, se enganou. O NES recebeu um acessório capaz de oferecer uma jogatina de até quatro jogadores simultanamente! Foi o NES Four Score. Com ele, os jogadores podiam também acionar um sistema de turbo nos botões A e B. Enfim, foi um periférico inovador e divertido, mas poucos jogos usufruiram deste, infelizmente. Super Off Road era o mais conhecido, e permitia a jogatina totalmente simultânea. Os jogos compatíveis com o acessório tinham um selo de 'Four Player Game' estampado na embalagem. O que mais impressionou a empresa foi que ele vendeu a imagem do equipamento bem demais. Mesmo depois do lançamento do Super NES, o console original continuou vendendo, com muito fãs nomundo todo. Além do que, novos jogos continuavam saindo, e que o console não iria se aposentar tão cedo. Alguns dos títulos do NES dessa época foram inclusive inspirados nos do Super NES. Apelidado de NES 2, e lançado em 1993, o "Novo" NES foi uma tentativa da Nintendo de trazer o NES de volta ao mercado e dar a chance para que pessoas pudessem ter em casa um bom console num preço bastante acessível. O NES2 custava cerca de US$50,00. ![]() O que representa o NES hoje? O Nintendo Entertainment System deixou seqüelas absurdamente importantes e impressionantes no mundo dos games. Deu novo rumo ao mundo dos jogos, antecedendo outras máquinas como principalmente o SNES. Para você ter uma idéia, foram mais de 62 milhões de consoles vendidos em todo o mundo e 500 milhões de cartuchos. O NES praticamente ressucitou os video-games depois do "Crash de 1984", coisa de enorme importância para a indústria. Além disso, é bom lembrar que os games tiveram uma carreira de enorme sucesso no 8-bit, seguindo seus caminhos até hoje. Um game do NES ostenta o título de mais vendido de todos os tempos: é Super Mario Bros, com 40 milhões de cópias vendidas. O NES ainda conquistou uma outra façanha: The Legend of Zelda foi o primeiro jogo a bater a marca de 1 milhão de cópias vendidas nos Estados Unidos. Os gamemaníacos haviam presenciado um novo jeito de jogar video-game: tinham uma nova máquina em seus lares, curtiam jogos com gráficos impressionantes e uma diversão incansável. Enfim, o NES foi de uma importância tão grande para a indústria dos jogos eletrônicos que é até difícil explicar o seu significado. O console tomou conta de 90% do mercado mundial dos 8-bit. Os outros insignificantes 10%, pertenciam ao Sega Master System e ao Atari 7800. Nos EUA, a detenção do NES era de 70% e no Japão, de 90%. Com isso, foram produzidos milhares de jogos para o console, que até hoje servem de referência em jogabilidade para muitos lançamentos modernos. Esse foi um breve resumo da história deste inesquecível console, que criou todos os padrões de jogos que temos hoje. Especial Dragon Warrior Havia um tempo no qual os jogadores de fantasia e RPG divertiam-se com um jogo não só por sua atração visual, mas pela jornada pela qual eles eram envolvidos. Por andar nos mais diversos ambientes e mundos, encontrar os mais diferentes e poderosos monstros e decobrir cada um dos tesouros escondidos pelo mundo afora. E quem reinou absoluto nessa categoria de games foi Dragon Warrior, o jogo que fez o gênero RPG explodir em popularidade no Japão e nos EUA. Desenvolvido na softhouse Enix por Akira Toriyama (o criador de Dragon Ball), Yuji Horii e o compositor Koichi Sugiyama, a série transformou um gênero complicado, só encontrado em games elitistas como Ultima, num jogo com uma interface fácil e atrativa, concedendo a milhões a graça de entrar no papel de um herói em sua épica viagem por um mundo desconhecido. Trazido à América pela Nintendo em 1989, o esquema de jogo de Dragon Warrior influencia até hoje games como Pokémon e Final Fantasy. Dragon Warrior Console: NES Ano de lançamento: 1989 O primeiro Dragon Warrior teve algumas mudanças em relação ao Dragon Quest original (nome da série no Japão), que o deixaram ainda mais atraente para o povo americano, garantindo o sucesso tanto do jogo quanto do quase inédito gênero RPG. Os gráficos melhoraram, o nome do personagem mudou de Toto para Erdrick e a linguagem era em inglês clássico, dando a sensação do game ser ambientado na Idade Média, o que mexia com a imaginação do jogador. DW é a saga do jovem herói Erdrick para combater o maligno Dragonlord, que está infernizando a vida do Reino de Alefgard: ele roubou a bola de luz sagrada, destruiu a cidade de Hawkness e raptou a Princesa Gwaelin. Com isso, o jogador recebeu o pedido do rei para combatê-lo, já que era o único descendente do clã de guerreiros Erdrick. A simplicidade do jogo não comprometia a diversão de encontrar os mais diferentes monstros, personagens, cidades e magias, tudo sustentado por uma trilha sonora medieval e batalhas intermináveis e emocionantes, elementos de um verdadeiro RPG. Era assustador como você podia ficar jogando horas e horas a fio sem perceber. Cotação: 10,0 Dragon Warrior II Console: NES Ano de lançamento: 1990 Quando a seqüência foi lançada, o mundo já havia sido conquistado pela febre do RPG, e a América já estava pronta para outras séries, como Final Fantasy. Neste game, já é possível encontrar diversos outros personagens para acompanhá-lo em sua saga. A história também já começa a ter um pouco mais de profundidade. Vários anos passaram-se desde que o descendente de Erdrick e a Princesa Gwaelin deixaram a terra de Alefgard. Eles viajaram pelas terras vizinhas e formaram três reinos. Desde então, seus descendentes governaram as terras de Midenhall, Cannock e Moonbroke. Tudo esteve em paz por muitos anos, até que o mago Hargon apareceu. Os exércitos de Hargon atacaram o Castelo de Moonbroke, matando todos, exceto um soldado, que conseguiu escapar. O soldado machucado conseguiu chegar a Midenhall e informou o rei do desastre. Você é o Príncipe de Midenhall, um descendente de Erdrick, que deve procurar seus dois outros primos e visitar todos os continentes vizinhos para de novo salvar o mundo. Dragon Warrior III Console: NES Ano de lançamento: 1991 E a série não parava de trazer inovações e elementos diferentes para o gênero. Aqui foi introduzida a possibilidade de mudar da noite para o dia e vice-versa, algo que é utilizado em RPGs até hoje. Também era possível formar equipes de guerreiros e mudar as classes de personagens, para formar o melhor time possível. Uma fênix estava disponível para voar de um continente para o outro, assim como diferentes barcos. A história: no 16º aniversário do herói, sua mãe o acorda e diz que você verá o Rei de Aliahan. Na audiência, lhe diz que é necessário derrotar o vilão Baramos antes que ele destrua o mundo. E para fazê-lo, é necessário melhorar suas habilidades e juntar uma lista de companheiros para ajudá-lo nessa tarefa. O mundo de Dragon Warrior III é duas vezes maior que o de Dragon Warrior II, portanto é uma grande jornada a ser realizada. Até porque o jogo não acaba depois de Baramos ser derrotado? Cotação: 8,5 Dragon Warrior IV Console: NES Ano de lançamento: 1992 Quando se pensava que a série havia acabado, era lançada a quarta seqüência do mega-sucesso de vendas do Japão nos EUA. Este foi um dos primeiros jogos no qual as pessoas dormiram em frente às lojas japonesas para garantir sua cópia, tal o fanatismo. Infelizmente, foi o último da série lançado nos EUA. Este episódio traz novas mudanças, como a introdução de um novo clã de guerreiros, um cassino e o uso de um carro. Iniciando uma trilogia totalmente nova, Dragon Warrior é a história de um herói que começa sem nome, que resolve impedir que o demônio Estruk ressuscite. Porém, ele é apenas uma criança e diversos monstros estão atrás dele. No decorrer do jogo, o herói vai ficando mais velho e encontrando outros personagens para ajudá-lo durante quatro capítulos do jogo. Só no quinto capítulo você o comanda como adulto, para aí montar um grupo e finalmente acabar com a ameaça de Estruk e o monstro Saro. Cotação: 7,5 Especial Ninja Gaiden É difícil encontrar na história dos consoles da Nintendo uma série tão bem-sucedida quanto Ninja Gaiden. Produzida pela softhouse Tecmo, ela foi um fenômeno entre os gamers e uma das mais cultuadas de sua época. Contando uma emocionante história policial protagonizada pelo ninja Ryu Hayabusa, o jogo continha inimigos por todo o lugar, chefes que quase não cabiam na tela, trilha sonora empolgante e ação frenética ao longo de todas as suas fases. Ou seja, tudo o que se espera de um grande game de ação. E o melhor estava justamente no final desses estágios, quando cenas de cinema invadiam a tela e contavam mais detalhes da trama, que se revelava cada vez mais intrigante e interessante. E esse clima de novela de ação fez tamanho sucesso, que as pessoas chegavam ao **mulo de ligar para a Power Line (serviço de dicas por telefone da Nintendo), perguntando o que aconteceria nos capítulos seguintes, porque não conseguiam passar de fase e não agüentavam de curiosidade. Uma pena que poucos jogos até hoje conseguiram superar esse feito. ![]() Ninja Gaiden Console: NES Ano de Lançamento: 1989 Clássico absoluto dos games, Ninja Gaiden foi o primeiro que mostrou que um jogo podia ter uma trama realmente interessante e complexa além dos elementos que já se conhecia na época, como gráficos, jogabilidade etc. Além disso, nenhum outro jogo antigamente tinha cenas que simulava atos de um filme, então se você gosta das animações computadorizadas que recheiam os jogos de diversos consoles atualmente, agradeça a Tecmo. No começo do jogo, o pai de Ryu aparece lutando com outro ninja e é derrotado, sendo aparentemente morto. Enquanto isso, no Japão, Ryu recebe uma carta de seu pai revelando o seu paradeiro, que até então era desconhecido. A carta explica que seria muito possível que ele não voltasse mais para casa e que, se isso realmente acontecesse, ele deveria pegar a "espada dragão" de sua família e rumar para os EUA para visitar um amigo de seu pai, Walter Smith. Ao ler a carta, Ryu sente que algo está errado e ruma para localizá-lo. Ao chegar nos EUA, ele vai pouco a pouco descobrindo detalhes sinistros em relação ao desaparecimento do seu pai, como o envolvimento da CIA, mistérios sobre mutações e até a existência de demônios orientais. Cotação: 8,0 Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos Console: NES Ano de Lançamento: 1990 A continuação de Ninja Gaiden cumpriu um desafio difícil, mas que outras séries, como Mega Man e Contra também fizeram: ser superior em todos os aspectos em relação ao jogo original. Ele foi talvez um dos jogos mais aguardados de sua época, gerando furor nos gamers ao mostrar apenas dois segundos do jogo em seu comercial de TV antes do lançamento. Desta vez, os gráficos estavam bem mais detalhados, a jogabilidade mais apurada (com novos Power-Ups e manobras inteligentes) e claro, novos e emocionantes capítulos da saga dos Hayabusa foram apresentados. A abertura de Ninja Gaiden II é magistral: ruídos e imagens de trovões cercam a tela enquanto a figura de um demônio de capa virado de costas vai aparecendo lentamente da direita para esquerda, só com o movimento da câmera. Focalizando a sua face, ele usa uma máscara branca, suja com o que parecem ser lágrimas de sangue. Ele é Ashtar, o verdadeiro mestre de Jaquio (o demônio final de Ninja Gaiden). Irritado por Ryu ter acabado com seus planos a longo prazo (que eram chefiados por Jaquio), ele ordena seus ninjas que o capturem. Assim, uma nova aventura começa para Ryu, que terá que desvendar mais um novo mistério e descobrir quais eram (e continuam sendo) os verdadeiros planos da clã de Ashtar. Cotação: 10,0 Ninja Gaiden III: The Ancient Ship of Doom Console: NES Ano de Lançamento: 1991 A terceira sequência foi bastante frustante para os fãs, o que talvez explique o desaparecimento da série tanto no NES quando nos demais consoles. O jogo continha várias tecnologias novas da época, como os diversos planos em 2-D, novos comandos e armas especiais, mas nada disso transformou o jogo em algo similar a suas sequências anteriores, principalmente por seu roteiro lotado de buracos. Mas isso não significa que Ninja Gaiden III é um jogo ruim, muito pelo contrário. A trama, apesas de um roteiro lotado de buracos, conseguiu se safar. O design das fases mudaram bastante, as deixando com um visual um tanto "hi-tech", o que ficou até bacana. Os gráficos estavam muito mais bonitos e com texturas caprichadas em todas as fases; até o lenço de Ryu movimenta-se durante o jogo. A jogabilidade foi bem afinada, e a trilha sonora então, mais excitante. Novas Power-Ups também foram lançadas. NG3 não foi um jogo ruim (pelo contrário). Porém frustou um pouco os fãs (não à mim) por algum motivo que ninguém sabe ao certo. Especial Metroid Quando foi lançado pela primeira vez, para o Nintendo 8 bit, Metroid abriu um novo mundo para os videogames. Enquanto a maioria dos jogos de ação eram unidimensionais, muito simplistas e não tinham objetivos bem definidos, Metroid trouxe todo um universo a ser explorado, no qual dependia totalmente do jogador encontrar novos acessórios, armas diferentes e caminhos secretos para a jornada continuar. Com isso, o game arrematou notas máximas em praticamente todas as revistas especializadas na época. ![]() Metroid Console: NES Ano de lançamento: 1986 O Metroid original pegou elementos de outros jogos do gênero e os levou a lugares nunca antes explorados, tornando-se uma aventura épica sem precedentes. Com suas passagens secretas, itens escondidos, áreas gigantescas para se explorar e uma atmosfera sinistra (com boa ajuda da trilha sonora), o game dava aquela sensação arrepiante de nunca se saber o que esperar na tela seguinte. O jogo já pode ser considerado surpreendente a partir das características de seu protagonista ? uma mulher (o que só é revelado no final do jogo, chocando os jogadores da época) e mercenária ? que trabalha para as forças da galáxia defendendo a paz e a ordem. Trajada com uma armadura que a transforma numa espécie de ciborgue, Samus Aran encontra os mais diferentes itens e armas em sua jornada, que permitem incrementar suas habilidades e executar pulos mais altos, encontrar passagens secretas e atravessar barreiras. A trama do primeiro episódio é simples: destruir Mother Brain e seus comparsas, seres mal-intencionados que estudam utilizar o incrível poder de seres chamados Metroids para conquistar a galáxia. Mas o principal desse jogo é a apresentação de um conceito novo de game, em que o personagem vai conquistando pouco a pouco novas habilidades e o direito de entrar em novas áreas do Planeta Zebes. Isso sem falar dos inimigos, que mais parecem ter saído direto de filmes "sci-fi". Por tudo isso, é justo afirmar: Metroid foi o primeiro grande jogo de ficção científica para consoles de video game. Cotação: 9,0 Especial Contra A série que redefiniu os games de ação e tiroteio Os anos 80 foram o auge dos filmes de ação podreira. Toda a garotada adorava os filmes de Stallone e Schwarzenegger, onde a premissa básica era destruir tudo o que se via na frente, usando todas as armas possíveis. E é justamente por isso que ninguém se espantava quando as pessoas diziam que, ao jogar um jogo da série Contra, elas se sentiam como se estivessem comandando um desses brutamontes (ou até os dois ao mesmo tempo, no modo para dois jogadores) em suas televisões. Contra tinha efeitos visuais impressionantes, um poderoso exército alienígena e fazia melhor o que games como Commando e Ikari Warriors já haviam tentado anteriormente. Contendo ação incessante em fases de plataforma e outras formas de visão, chefes de fase descomunais, fortalezas superequipadas, toneladas de soldados inimigos, você sentia toda a emoção de lutar sozinho (ou com um amigo) contra um milhão. ![]() Contra Console: NES Ano de lançamento: 1988 Lançado em 1988, a Konami usou toda sua experiência de fazer games clássicos de ação (como Gradius) e criou um game como nenhum outro. A diferença é que, ao invés de batalhar frotas interestelares com uma nave, você comanda um soldado contra um exército de aliens controlado por um ser superior chamado Mother Brain. Mas as comparações com outros games da Konami não param aí. É fácil reconhecer monstros que também aparecem na série Gradius, cenários "orgânicos" e, é claro, a presença do código tradicional da empresa. Se você não conhece ainda, é legal aprender: Na música de introdução, pressione: cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, B, A, Start. Com isso, você terá trinta vidas para cada um dos três Continues do jogo, o que torna a destruição de qualquer exército uma moleza só. Cotação: 8,0 Super C Console: NES Ano de Lançamento: 1990 Super C é outro jogo que superou o original: ele tinha gráficos muito mais detalhados, armas melhores, inimigos e fases muito maiores que o primeiro Contra. Mas como isso não é o bastante para se fazer um grande jogo, a Konami não decepcionou ao trazer ação envolvente do começo ao fim. O único porém é a dificuldade, que não é lá essas coisas – o game é um pouco mais fácil que o episódio anterior. Por fim, uma curiosidade: a Konami mudou o título de Super Contra para Super C para que as pessoas não relacionassem o jogo com o escândalo Irã-Contra do governo Reagan. Cotação: 9,0 Especial Batlletoads Primeiro grande sucesso desenvolvido pela hoje consagrada Rareware, Battletoads misturava muita pancadaria com humor, ação variada nos mais diferentes tipos de cenários, uma história bizarra e personagens, no mínimo, "diferentes": um trio de sapos bombados e folgados que adoram pancadaria. Contendo um bom nível de desafio, gráficos inovadores e grande diversão para dois jogadores, o game foi unanimidade quando lançado para Nintendinho, há dez anos. Comprove: com certeza o desejo de rever o sorriso cínico desses batráquios em versão 3D habita até hoje a mente dos gamemaníacos mais veteranos. Batlletoads Console: NES Ano de lançamento: 1991 Quando a Rainha Negra raptar seu melhor amigo e a garota mais linda deste lado da Galáxia Estelar de Mazallion, o que você fará? Chorar? Esconder-se? Chamar a polícia espacial? Nem a pau! Porque neste jogo você é um Battletoad, e Battletoads não choram, não se escondem nem pedem ajuda. Battletoads ficam muito irados e querem mostrar quem manda no pedaço! Neste game da fase áurea do Nintendo 8 bits, os maiores destaques eram os gráficos recheados de efeitos de próxima geração e os desafios, cabeludos e cada vez mais criativos. Clássico! Cotação: 8,0 Battletoads & Double Dragon: The Ultimate Team Consoles: Game Boy e NES Ano de lançamento: 1993 A "equipe definitiva" também ganhou suas adaptações para os consoles de 8 bit da Nintendo. Aqui, Zitz, Rash e Pimple juntam-se a Billy e Jimmy Lee para combater a ameaça da nave Colossus, que está pousada na lua e ameaçando nosso planeta com um canhão. Corajosamente, o grupo parte para lá para impedir que algo aconteça a nós, pobres terráqueos. Os gráficos logicamente são bem inferiores à versão do Super NES, mas a jogabilidade é acima da média, e na versão para NES ainda é possível jogar em duas pessoas ao mesmo tempo. Afora esse detalhe, ambos os games são praticamente idênticos. Cotação: 6,5 Fonte: NES e NintendoWorld Este post foi editado por M_ichi-Doraemon: Nov 12 2005, 11:30 PM |
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| LuWhisky |
Nov 10 2005, 02:41 AM
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#2
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![]() Monica Potter Maravilhosa... Denovo! Registrado: 21-August 05 Membro nº: 197 |
QUOTE O console tomou conta de 90% do mercado mundial dos 8-bit. Os outros insignificantes 10%, pertenciam ao Sega Master System e ao Atari 7800. Nos EUA, a detenção do NES era de 70% e no Japão, de 90%. E tem gente que tem coragem de dizer que o master é melhor! Ps.: Coloca as fontes de onde vc tirou essas informações. Flw!!! |
| RFL22 |
Nov 10 2005, 02:45 AM
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#3
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![]() Faltou ele no kof! Registrado: 21-August 05 Membro nº: 135 |
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| battosai |
Nov 10 2005, 02:58 AM
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#4
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![]() caralhudo fighter Registrado: 3-September 05 De: joinville-sc Membro nº: 1.529 |
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| Azazel9999 |
Nov 10 2005, 03:13 AM
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#5
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![]() Eu era Rock.....agora sou Shingo de novo?!? Registrado: 5-September 05 De: Guarulhos - SP Membro nº: 1.773 |
...........como eu jah disse antes, iswsu vai da quebra pau |
| Carnagedoom |
Nov 10 2005, 03:25 AM
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#6
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![]() Advanced Fighter Registrado: 22-August 05 Membro nº: 231 |
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| brunorocha |
Nov 10 2005, 04:16 AM
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#7
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![]() tuntz tuntz tuntz Registrado: 4-September 05 Membro nº: 1.659 |
Opa, não vamos provocar os fanáticos, eles são perigosos e matam pelos seus ideais. Mas que é divertido, é. xD |
| Azazel9999 |
Nov 10 2005, 04:18 AM
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#8
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![]() Eu era Rock.....agora sou Shingo de novo?!? Registrado: 5-September 05 De: Guarulhos - SP Membro nº: 1.773 |
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| Carnagedoom |
Nov 10 2005, 04:48 AM
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#9
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![]() Advanced Fighter Registrado: 22-August 05 Membro nº: 231 |
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| NESBEATZ |
Nov 10 2005, 11:53 AM
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#10
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![]() Beginner Fighter Registrado: 9-November 05 Membro nº: 3.586 |
QUOTE(Lifengelini @ Nov 10 2005, 02:41 AM) Muito legal essa história, tem bastante informações que eu não conhecia. QUOTE O console tomou conta de 90% do mercado mundial dos 8-bit. Os outros insignificantes 10%, pertenciam ao Sega Master System e ao Atari 7800. Nos EUA, a detenção do NES era de 70% e no Japão, de 90%. E tem gente que tem coragem de dizer que o master é melhor! Ps.: Coloca as fontes de onde vc tirou essas informações. Flw!!! Fonte:NES e a NintendoWorld Aqui, sou novo aqui como faço pra entra no tópico pra conserta algumas coisas. Agora isso é questão de fato, o Nintendo 8 bits com certeza é o melhor console de todos os tempos, graças a ele e o Mario salvaram a indústria de jogos de cair no abismo. |
| ed2k |
Nov 10 2005, 12:13 PM
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#11
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![]() Trainee Fighter Registrado: 5-September 05 Membro nº: 1.805 |
de baralhos a revolution alquem tem o baralho da nintendo? :-)) |
| battosai |
Nov 10 2005, 12:14 PM
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#12
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![]() caralhudo fighter Registrado: 3-September 05 De: joinville-sc Membro nº: 1.529 |
ps: seja bem vindo NESBEATS! |
| ed2k |
Nov 10 2005, 12:15 PM
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#13
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![]() Trainee Fighter Registrado: 5-September 05 Membro nº: 1.805 |
gta,teken,ffix,... :-)) |
| Mindix |
Nov 10 2005, 12:18 PM
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#14
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![]() "The box said 'requires Windows or better.' So I in Registrado: 21-August 05 De: São Paulo - SP Membro nº: 67 |
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| ed2k |
Nov 10 2005, 12:24 PM
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#15
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![]() Trainee Fighter Registrado: 5-September 05 Membro nº: 1.805 |
ate o hoje ele e muito vendido aqui (com outro nomes) |
| fabiofilho |
Nov 10 2005, 08:02 PM
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#16
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![]() Moetaro? Registrado: 19-August 05 De: Snk-Neo Membro nº: 9 |
O NES realmente me marcou, talvez o único console q se aproximou em diversão tenha sido o PSX, mesmo assim quem não viveu o auge do NES não sabe o q é videogame. ps.: Por favor, não entrem na discussão Nintendo vs Sega, postem coisas mais interessantes... |
| NESBEATZ |
Nov 10 2005, 10:09 PM
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#17
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![]() Beginner Fighter Registrado: 9-November 05 Membro nº: 3.586 |
QUOTE(fabiofilho @ Nov 10 2005, 08:02 PM) Bem vindo NESBEATZ, belo post de estréia! O NES realmente me marcou, talvez o único console q se aproximou em diversão tenha sido o PSX, mesmo assim quem não viveu o auge do NES não sabe o q é videogame. ps.: Por favor, não entrem na discussão Nintendo vs Sega, postem coisas mais interessantes... Obrigado, mais minha intenção foi mostra como este console foi importante para indústria de games. |
| Nagash |
Nov 10 2005, 10:57 PM
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#18
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武士道 Registrado: 21-August 05 De: In Hora Mortis Nostrae Membro nº: 28 |
bem-vindo Nesbeatz! |
| NESBEATZ |
Nov 10 2005, 11:16 PM
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#19
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![]() Beginner Fighter Registrado: 9-November 05 Membro nº: 3.586 |
QUOTE(Nagash @ Nov 10 2005, 10:57 PM) hahahahhahaaahahah... kero ver o Rejin: Advogado da Sega vir falar algo aki contra a Nintendo agora... bem-vindo Nesbeatz! Por favor, você pode me dizer quem é esse Rejin? Agora só uma comparação. |
| Azazel9999 |
Nov 11 2005, 01:51 AM
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#20
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![]() Eu era Rock.....agora sou Shingo de novo?!? Registrado: 5-September 05 De: Guarulhos - SP Membro nº: 1.773 |
QUOTE(NESBEATZ @ Nov 10 2005, 11:16 PM) QUOTE(Nagash @ Nov 10 2005, 10:57 PM) hahahahhahaaahahah... kero ver o Rejin: Advogado da Sega vir falar algo aki contra a Nintendo agora... bem-vindo Nesbeatz! Por favor, você pode me dizer quem é esse Rejin? Agora só uma comparação. Ah cara, acho q as coisas naum funcionam bem assim, tipo, vender + naum significa ser melhor, entende??? Issu varia mto do gosto das pessoas em relação aos tipos de jogos, custo e por aí vai..........por exemplo, eu classifico assim a relação de consoles: PS:Por favor, não quero gerar nenhum tipo de discução entre SEGA maniacos e Big N Maniacos!!! Eu prefiro... Master System ao invez de NES Super NES ao invez de Mega Driver Nintendo 64 ao invez de SEGA Saturn Dreamcast ao invez de Game Cube Mas apesar de tudo issu gosto de todos os consoles citados acima......... Como jah dito uma vez aki no forum (naum lembro quem foi q disse), naum sou a favor de nenhuma empresa, sou a favor dos jogos:ok: ...................a eh mesmo, Reijin eh um "Anti Nintendo e defensor da SEGA" |